sexta-feira, 21 de junho de 2013

A IMPLOSÃO DA MENTIRA



Affonso Romano de Sant'Anna




Fragmento 1


Mentiram-me. Mentiram-me ontem

e hoje mentem novamente. Mentem

de corpo e alma, completamente.

E mentem de maneira tão pungente

que acho que mentem sinceramente




Mentem, sobretudo, impune/mente.

Não mentem tristes. Alegremente

mentem. Mentem tão nacional/mente

que acham que mentindo história afora

vão enganar a morte eterna/mente.




Este poema, que foi enviado ao Releituras pelo autor, foi publicado em diversos jornais em 1980. Apesar do tempo decorrido, face aos acontecimentos políticos que vimos assistindo nesses últimos tempos, ele permanece atualíssimo.


Mandada pelo Cel Jose Aparecida de Castro Macedo

domingo, 16 de junho de 2013

sábado, 15 de junho de 2013

MEDINDO AS RIQUEZAS DO SER HUMANO!



Armando Fuentes Aguirre (Catón)


Fabuloso texto escrito por Catón, jornalista mexicano.


“Tenho a intenção de processar a revista "Fortune", porque fui vítima de uma omissão inexplicável. Ela publicou uma lista dos homens mais ricos do mundo, e nesta lista eu não apareço. Aparecem: o sultão de Brunei, os herdeiros de Sam Walton e Mori Takichiro. 

Incluem personalidades como a rainha Elizabeth da Inglaterra, Niarkos Stavros, e os mexicanos Carlos Slim e Emilio Azcarraga.

Mas eu não sou mencionado na revista. E eu sou um homem rico, imensamente rico. Como não? vou mostrar a vocês:


Eu tenho vida, que eu recebi não sei porquê, e saúde, que conservo não sei como.

Eu tenho uma família, esposa adorável, que ao me entregar sua vida me deu o melhor para a minha; filhos maravilhosos, dos quais só recebi felicidades; e netos com os quais pratico uma nova e boa paternidade.

Eu tenho irmãos que são como meus amigos, e amigos que são como meus irmãos.
Tenho pessoas que sinceramente me amam, apesar dos meus defeitos, e a quem amo apesar dos meus defeitos.

Tenho quatro leitores a cada dia para agradecer-lhes porque eles lêem o que eu mal escrevo.

Eu tenho uma casa, e nela muitos livros (minha esposa iria dizer que tenho muitos livros e entre eles uma casa). Eu tenho um pouco do mundo na forma de um jardim, que todo ano me dá maçãs e que iria reduzir ainda mais a presença de Adão e Eva no Paraíso. Eu tenho um cachorro que não vai dormir até que eu chegue, e que me recebe como se eu fosse o dono dos céus e da terra.

Eu tenho olhos que vêem e ouvidos para ouvir, pés para andar e mãos que acariciam; cérebro que pensa coisas que já ocorreram a outros, mas que para mim não haviam ocorrido nunca.

Eu sou a herança comum dos homens: alegrias para apreciá-las e compaixão para irmanar-me aos irmãos que estão sofrendo.

E eu tenho fé em Deus que vale para mim amor infinito.
Pode haver riquezas maiores do que a minha?
Por que, então, a revista "Fortune" não me colocou na lista dos homens mais ricos do planeta? "
E você, como se considera? Rico ou pobre? 

Há pessoas pobres, mas tão pobres que a única coisa que possuem é... DINHEIRO.



Texto mandando pelo Cel RR da Brigada Militar Jose Aparecida de Castro Macedo







sexta-feira, 7 de junho de 2013

DYNAMO MAGICIAN

Dynamo Magician NEW Compilation NEW 2012


Gastão Gal7 de Junho de 2013 19:04
Para descontrair neste final de semana e ficarem impressionados, considero este um dos maiores mágicos dos últimos tempos. Nome dele Dynamo.




http://www.youtube.com/watch?v=FNSSIighLXI

quinta-feira, 30 de maio de 2013

PORTO ALEGRE: PARA CADA RITMO, UMA CASA

ZERO HORA, SEGUNDO CADERNO - 30/05/2013 | 19h56


Noite de Porto Alegre ganha novas casas dedicadas a samba, sertanejo e música instrumental
Vidigal Samba House é uma das opções para quem gosta de dançar



A Vidigal Samba House está de olho no público de classe média que não abre mão do conforto
Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS

GUSTAVO BRIGATTI


Desde a semana passada, os apreciadores de samba, jazz, tango, música erudita e sertaneja ganharam novos endereços para frequentar em Porto Alegre.

Seguindo uma tendência que vem se consolidando, a sertaneja Wood's, a sambista Vidigal e o piano bar Luzes da Ribalta abriram suas portas para ampliar o leque de casas temáticas na Capital.

Nos últimos anos, novas casas temáticas foram inauguradas na cidade, como a Farm's (som sertanejo), Café Fon Fon (jazz) e o Graffiti Bar (rock). Esse processo de segmentação, na análise do DJ, radialista e produtor cultural Claudinho Pereira, não vem de agora, é inevitável e tem forte eco social. Segundo ele, Porto Alegre sempre foi receptiva às festas temáticas (basta lembrar da já tradicional Balonê), um apreço que se materializou em casas especializadas, quase sempre seguindo a moda da vez: nos anos 1970, foram as discotecas; nos 1980, as casas de rock; nos 1990, o eletrônico.

– Apesar de hoje não existir mais o predomínio de um gênero, há uma divisão maior de tribos. É natural que abram mais lugares para atender a essa demanda – opina Pereira.

A Vidigal Samba House, por exemplo, ajuda a derrubar o mito de que gaúcho não gosta do mais brasileiro dos ritmos. Instalada em uma área nobre da Capital, a casa está de olho no público que quer curtir o samba no pé com conforto e sofisticação. (A Vidigal Samba House não abrirá as portas nesta sexta e neste sábado. O local está fechado para adequações acústicas e deve reabrir nos dias 7 e 8 de junho.)

– Porto Alegre sempre gostou de samba, é só ver a quantidade de bares de samba rock na Cidade Baixa, o sucesso dos botecos com ares cariocas e o Carnaval de rua. O que faltava era algo mais para a classe média-alta – analisa Renato Dorneles, jornalista e colunista do Diário Gaúcho que acompanha de perto o cenário do samba na Capital.

Um dos proprietários da Vidigal, Fernando Puhlmann concorda que a casa pode suprir uma lacuna em Porto Alegre. Os planos são de consolidar primeiro as noites de sexta e sábado e, mais adiante, abrir também aos domingos e às terças.

– Queremos atrair quem gosta de samba, mas também quem gosta de se divertir. Queremos ser um espaço onde as pessoas se permitam, por isso não optamos por luxo, mas por descontração.

VIDIGAL SAMBA HOUSE

Ambiente: Com dois andares, a Vidigal oferece pista de dança, dois bares e camarotes no mezanino.

O que toca: Samba, samba rock, samba house e clássicos do pop rock em ritmo de samba, com banda ao vivo.

Público: festeiros na faixa dos 25 aos 40 anos, que gostam de um ambiente colorido e animado por samba e suas vertentes.

Sob medida para... quem gosta de dançar. Mas ideal para quem está a fim de pegação.

Segurança: com capacidade para 378 pessoas, a casa conta com duas rotas de fuga para cada pavimento, sinalização de saída em LED, presença de um bombeiro in loco e sete extintores de incêndio sinalizados.

Programe-se: A Vidigal fica na Rua Castro Alves, 825 (fone 51 9146-9331) e oferece serviço de manobrista para estacionar os carros nas imediações. Aceita pagamento em dinheiro e cartão (Visa e Master). A casa abre sexta e sábado, a partir das 23h, e a entrada custa R$ 40 (mulher) e R$ 60 (homem).

Preste atenção: A Vidigal Samba House não abrirá as portas nesta sexta e neste sábado. O local está fechado para adequações acústicas e deve reabrir nos dias 7 e 8 de junho.

Roteiro para quem curte samba e MPB


Banda da Saldanha

> Samba e pagode ao vivo, com diversos músicos da Capital. Funciona às sextas, das 19h às 23h45min; aos sábados, das 16h às 23h; domingo, das 15h às 22h; e segunda, das 19h às 23h30min.

> Na Av. Padre Cacique, 1.355 (fone 51 9114-5812). Não tem estacionamento. Aceita pagamento somente em dinheiro.

Bar do Nito

> Às terças-feiras, Guilherme Bulla toca repertório de MPB e pop rock; às quartas, quintas e sábados, é a vez de Nito tocar MPB (no sábado, acompanhado de Álvaro); às sextas, toca a banda Seu Samba. Funciona de terça a sábado, das 18h às 2h. Na primeira segunda-feira de cada mês, ocorre o Sarau Erótico. O bar abre às 18h30min; o sarau funciona das 20h30min às 23h.

> Na Av. Cel. Lucas de Oliveira, 105 (fone 51 3333-6221). Não tem estacionamento. Aceita pagamento em dinheiro e cartão (Visa, Master e Banricompras).

Boteco Dona Neusa

> A música ao vivo é de segunda a sábado, a partir das 20h30min. Mas o bar está aberto todos os dias, exceto domingos, entre as 17h30min e as 1h30min. Várias bandas de samba se revezam durante a semana: Santo Remédio, Casarão do Samba, Sambeaba, Mistura de Bambas, Contratempo, Samba de Ilê.

> Na Rua General Lima e Silva, 806 (fone 51 3013-8700). Não tem estacionamento. Aceita pagamento em dinheiro e cartão (Visa, Master, Banri, Amex, Diners).

Matita Perê

> MPB e samba ao vivo, de terças a sábados, com bandas diferentes. Às quartas-feiras, tem roda de samba de raiz, com Gunter Vieira e convidados. Funciona de terças a quintas-feiras, das 19h à meia-noite; às sextas, das 19h à 1h, e aos sábados, das 20h à 1h.

> Na Rua João Alfredo, 626 (fone 51 3372-4749). Não tem estacionamento. Aceita pagamento em dinheiro e cartão (Visa, Master, Amex e Banricompras).

Paraphernália

> Às terças, são apresentados trabalhos autorais de MPB; às quartas, toca a banda Samba e Amor; às quintas, ocorre o projeto Noite Fora do Eixo, com músicas autorais de rock brasileiro; às sextas e aos sábados, revezam-se as bandas Tribo Brasil, Mariposas, Quinteto Paraphernália e Pente Fino. Funciona de terças a sábados, das 19h30min às 2h.

> Na Rua João Alfredo, 425 (fone 51 3221-5225), com estacionamento privado em frente à casa. Aceita pagamento em dinheiro e cartão (Visa e Master).


Na onda do sertanejo, rede de casas noturnas Wood's chega a Porto Alegre. Casa aposta em programação musical focada no sertanejo, mas acessível para todos os gostos


Independente do que toca pelos falantes, o objetivo da maioria do público parece ser mesmo o beijo na boca. Foto: Tadeu Vilani / Agencia RBS

Gustavo Brigatti

Rede de casas noturnas presente em sete cidades do país e em vias de abrir as portas em outras cinco, a Wood's acaba de chegar a Porto Alegre. Em um gigantesco pavilhão no DC Navegantes, o novo point traz a mesma proposta já consagrada em outras praças: atrair gente que gosta de festa, e não necessariamente de música sertaneja.

– Até porque o sertanejo, hoje, é uma mistura de tudo, tem arrocha, axé, eletrônico, pagode, não é mais um gênero puro. E os artistas que tocam na Wood's vão nessa linha, dando ao público o que ele deseja – explica Charles Bonissoni, sócio fundador da Wood's.

De fato, pouco importa que tipo de música está sendo executada, uma vez que o objetivo da maioria do público parece ser mesmo o de beijar na boca. O flerte rola o tempo todo e em todos os espaços, da fila que se forma do lado de fora, passando pelos corredores, até o balcão do bar – de onde não param de sair baldes de gelo com garrafas de vodca Ciroc, cervejas, energéticos e espumantes importados.

Nos camarotes, garçons e fardos de bebidas já ficam disponíveis para os convidados não precisarem sair dos seus espaços.

Para Bonissoni, o diferencial da Wood's é oferecer, além de uma boa estrutura, os artistas mais populares do meio sertanejo – tarefa que não é das mais difíceis, uma vez que entre os sócios do grupo que controla a casa estão a dupla Fernando e Sorocaba e o cantor Michel Teló.

– Quem vai na Wood's sabe que encontrará uma balada de qualidade, seja na música, seja no público – garante Bonissoni.

WOOD'S

Ambiente: a Wood's conta com dois andares, ambos com pista de dança, camarotes e bares.
O que toca: o forte é o sertanejo, mas os artistas mesclam outros estilos.
Público: gente entre 21 e 45 anos que gosta de dançar agarradinho.
Sob medida para... quem está solto na noite para pegação.
Segurança: com capacidade para mil pessoas, a casa conta com 16 saídas de emergência, cinco escadas de saída de emergência, três pontos duplos de hidrantes, 13 extintores, 15 faroletes de luzes de emergência, indicadores luminosos e oito brigadistas de incêndio.
Programe-se: a Wood's fica na Rua Beirute, 45, no DC Shopping (fones 3084-6606 e 9406-6339) e oferece serviço de manobrista para estacionar os carros nas imediações. Aceita pagamento em dinheiro e cartão. A casa abre às sextas e aos sábados, às 23h. Os ingressos para pista custam R$ 35 (mulher) e R$ 50 (homem). Mesas e camarotes variam de R$ 600 a R$ 2 mil de acordo com a localização.

Mais sertanejo na Capital

Farms

> Casa noturna com shows de diversas bandas sertanejas e DJs com música eletrônica tocando nos intervalos. Funciona às quintas e aos sábados, a partir das 23h.
> No terraço do Shopping Total, na Av. Cristóvão Colombo, 545 (fones 51 3084-0100 e 51 9187-635), de segunda a sexta, das 9h às 18h, ou pelo e-mail contato@farmsbar.com.br). O estacionamento do shopping pode ser utilizado. Aceita pagamento em dinheiro e cartão (Visa e Master).


Piano bar Luzes da Ribalta serve aos fãs de jazz, tango, música brasileira e erudita. No palco, novos nomes da noite da Capital se revezam com músicos consagrados


Informalidade e nostalgia compõem a atmosfera do piano bar Luzes da RibaltaFoto: Félix Zucco / Agencia RBS

Gustavo Brigatti

Nas paredes, pôsteres de filmes que evocam a Hollywood clássica de Charles Chaplin e Marilyn Monroe dão as boas-vindas aos visitantes. Ao fundo, um piano bem posicionado ecoa standards do jazz, do tango, da música brasileira e erudita. No Luzes da Ribalta, piano bar recém-aberto no centro de Porto Alegre, a nostalgia dá o tom.

E a ideia é bem essa: receber gente que aprecia um tipo de música que não se escuta em qualquer lugar. Para executá-la, novos nomes da noite da Capital se revezam no palco com músicos consagrados, como Carlitos Magallanes, Jorginho do Trompete e Wladimir Lattuada.

– Queríamos algo cult, com músicos de primeira linha que tocassem um repertório à altura, com jazz de Nova Orleans, clássicos de Gardel e Piazzolla e até música erudita – explica o sócio proprietário Eduardo Sudbrack, que reformou o próprio porão para instalar a casa.

Simples e confortável, o Luzes recebe sua audiência com iluminação baixa e indireta, sofás, cadeiras e mesas espalhadas por três ambientes e um cardápio com destilados, cervejas e comida caseira. Paulo Pinheiro, pianista e outro sócio proprietário da casa, diz que o clima de informalidade se refletirá nas performances musicais:

– Nada impede que outros colegas músicos apareçam e deem uma palhinha ou toquem em conjunto com a atração oficial da noite. O negócio é tocar, fazer música – afirma.

LUZES DA RIBALTA

Ambiente: a casa tem um único ambiente, que é informalmente dividido entre bar, salão e palco – em todos é possível ouvir a música.
O que toca: MPB, jazz e tango, com músicos da velha guarda e da nova geração da noite porto-alegrense.
Público: casais acima dos 40 anos e apreciadores de música boa.
Sob medida para... quem gosta de ver e ouvir clássicos da MPB, jazz e tango ao vivo e num ambiente familiar.
Segurança: pequena, com capacidade para 45 pessoas, o Luzes da Ribalta conta com extintores de incêndio e sinalização de saída em LED em todos os ambientes.
Programe-se: o Luzes da Ribalta fica na Avenida Alberto Bins, 774 (fones 3391-7372 e 8574-3956), possui segurança na portaria até o último cliente. Aceita pagamento em dinheiro e cartão (todos). A casa abre de quarta a sábado, a partir das 20h, e a entrada custa R$ 15.

Roteiro para os fãs de jazz

Café Fon Fon

> Às quintas, apresentam-se bandas de choro, MPB, bossa nova e outros. Às sextas e aos sábados, o Quarteto Fon Fon toca jazz. Os shows começam sempre às 21h30min.
> Na Rua Vieira de Castro, 22 (fones 51 9308-0285 e 51 9148-3089). Sem estacionamento. Aceita todos os cartões de débito, exceto Banricompras.

Odeon

> Às terças, há show de tango com Dionara Schneider (piano) e Rafael Kohller (bandoneom); às quartas, jazz com Tonda Pecoits (piano) e Dinho Oliveira (guitarra); às quintas, MPB com o trompetista Luiz Fernando Rocha e Dionara Schneider; às sextas, jazz com Luis Mauro Filho (piano) e Claudio Sander (sax); aos sábados, bandas de jazz.
> Na Rua Andrade Neves, 81 (fone 51 3224-5752). Aceita pagamento em dinheiro e cheque. Possui convênio com a Garagem Andrade Neves, ao lado.

Six Champanharia

> Às terças, jazz com integrantes da banda Sopro Cósmico; às quintas, a Marmota Jazz; às sextas, shows de MPB. Funciona de terça a sexta, das 19h à meia-noite.
> Na Duque de Caxias, 613 (fones 51 3093-2664 e 9961-5601), sem estacionamento. Pagamento em dinheiro e cartão (Visa e Mastercard).

sexta-feira, 26 de abril de 2013

A VIDA NÃO É FÁCIL!


Bill Gates foi convidado por uma escola secundária para uma palestra. Chegou de helicóptero, tirou o papel do bolso onde havia escrito onze itens. Leu tudo em menos de 5 minutos, foi aplaudido por mais de 10 minutos sem parar, agradeceu e foi embora em seu helicóptero. O que estava escrito é muito interessante, leiam:

1. A vida não é fácil — acostume-se com isso.

2. O mundo não está preocupado com a sua auto-estima. O mundo espera que você faça alguma coisa útil por ele ANTES de sentir-se bem com você mesmo.

3. Você não ganhará R$20.000 por mês assim que sair da escola. Você não será vice-presidente de uma empresa com carro e telefone à disposição antes que você tenha conseguido comprar seu próprio carro e telefone.

4. Se você acha seu professor rude, espere até ter um chefe. Ele não terá pena de você.

5. Vender jornal velho ou trabalhar durante as férias não está abaixo da sua posição social. Seus avós têm uma palavra diferente para isso: eles chamam de oportunidade.

6. Se você fracassar, não é culpa de seus pais. Então não lamente seus erros, aprenda com eles.

7. Antes de você nascer, seus pais não eram tão críticos como agora. Eles só ficaram assim por pagar as suas contas, lavar suas roupas e ouvir você dizer que eles são “ridículos”. Então antes de salvar o planeta para a próxima geração querendo consertar os erros da geração dos seus pais, tente limpar seu próprio quarto.

8. Sua escola pode ter eliminado a distinção entre vencedores e perdedores, mas a vida não é assim. Em algumas escolas você não repete mais de ano e tem quantas chances precisar até acertar. Isto não se parece com absolutamente NADA na vida real. Se pisar na bola, está despedido… RUA!!! Faça certo da primeira vez!

9. A vida não é dividida em semestres. Você não terá sempre os verões livres e é pouco provável que outros empregados o ajudem a cumprir suas tarefas no fim de cada período.

10. Televisão NÃO é vida real. Na vida real, as pessoas têm que deixar o barzinho ou a boate e ir trabalhar.

11. Seja legal com os CDFs (aqueles estudantes que os demais julgam que são uns babacas). Existe uma grande probabilidade de você vir a trabalhar PARA um deles."

sábado, 23 de março de 2013

BLOGUEIRO LANÇA LIVRO DE FANTASIA


‘O espadachim de carvão’: blogueiro carioca lança livro de fantasia

Obra é mais um exemplo do avanço da literatura fantástica no Brasil. Tarde de autógrafos será neste domingo, na Livraria da Travessa do Leblon



MARINA COHEN 
O GLOBO
Atualizado:22/03/13 - 18h55


O escritor Affonso Solano e seu livro de estreia Divulgação


RIO - A literatura fantástica “made in Brazil” conquista cada vez mais espaço no país. Eduardo Spohr, Raphael Draccon e André Vianco já são autores best sellers. O livro de estreia de Spohr, “A Batalha do Apocalipse”, já teve 400 mil cópias vendidos. Esta semana chega às livrarias mais um exemplo da literatura fantástica nacional: “O espadachim de carvão”, do ilustrador carioca Affonso Solano, que é colunista do blog “TechTudo” e criador do podcast “Matando robôs gigantes”, do site “Jovem Nerd”.

Como seu currículo revela, a base da formação de Affonso é nerd até o talo. Games, quadrinhos e filmes de ficção científica são suas paixões e também os assuntos sobre os quais mais fala em seu podcast e blog.

O livro de estreia de Solano, publicado pelo selo Fantasy da editora Casa da Palavra (que tem Draccon como coordenador), conta a saga de Adapak, um espadachim que é filho de um dos quatro deuses do mundo Kurgala. A aventura começa quando o jovem de pele cor de carvão, que sempre viveu superprotegido em sua caverna, precisa se jogar no mundo dos mortais para fugir de um grupo de assassinos que o persegue. Sem entender o motivo da caçada, Adapak tem que usar todas as técnicas que aprendeu durante os anos de reclusão para sobreviver nessa terra desconhecida.

— Ao mesmo tempo em que foge, Adapak tenta descobrir o que está acontecendo e por que há criaturas querendo matá-lo. Ele é um cara inocente, que não conhece o mundo, mas que aprendeu a se defender muito bem. Essa dualidade que faz o personagem ser interessante — define Solano, que também fez as ilustrações do livro.

As referências do autor carioca vão do escritor Stephen King ao cineasta Steven Spielberg, passando por J. R. R. Tolkien e livros-jogos de RPG de Ian Livingstone e Steve Jackson.

— Como meus leitores, cresci na era de George Lucas e Spielberg, assistindo a filmes de monstros e lendo livros de aventura e ficção científica — diz o autor.

O evento de lançamento de “O espadachim de carvão”, com direito a tarde de autógrafos, acontecerá neste domingo (24), às 14h, na Livraria da Travessa do Leblon. Depois, Solano ainda fará uma turnê por outras cidades, como São Paulo, Belo Horizonte e Fortaleza.