Este é o diário virtual de Jorge Bengochea utilizado para tratar de temas amenos, saudáveis e pessoais. É uma trégua entre os embates no enfrentamento das múltiplas mazelas dos ineficientes sistemas político, jurídico, judicial, social, educacional, de saúde e de ordem pública vigentes no Brasil.
terça-feira, 27 de setembro de 2011
O VÍDEO QUE EMPREGOU DAMIÃO NO INTER
O vídeo que empregou Damião no Inter. RODRIGO BRAGA, Blog do Braga, 27 de setembro de 2011
Hoje, Leandro Damião é um astro. Artilheiro do futebol brasileiro em 2011, autor de golaços e lances espetaculares como a lambreta no jogo com a Argentina em Córdoba, o garoto está em alta, cogitado em gigantes do futebol europeu.
Nesta quarta, só não vestirá novamente a 9 da Seleção contra a Argentina, em Belém, porque está machucado. Mas não há dúvidas de que a camisa, hoje, é dele.
Nem sempre foi assim. Quem acompanhou o começo da carreira profissional do então Leandrão pelos gramados do Vale (Atlético de Ibirama, XV de Outubro, Marcílio Dias), sabe bem disso. Tudo passado, claro.
E boa parte da responsabilidade disso tudo ter ficado pra trás é desse vídeo, que praticamente empregou o garoto no Internacional em 2009. Produzido pela Kuniy & W Sports, em conjunto com o agente Vinícius Prattes (hoje empresário de Damião), compila lances do atacante grandalhão naquele estadual, quando atuava pelo time de Ibirama.
É longo, mas vale uma espiada. Já dá mostras de que valeria a pena investir num talento até então bruto. E não à toa os dirigentes do colorado gaúcho trataram de levá-lo para o Beira-Rio, onde começou no time B e no ano seguinte já marcava gol em final de Libertadores.
Confiram aí. Os créditos, e agradecimentos, ao Sandro (@kuniyw) e ao Daniel (@danielfg).
quinta-feira, 22 de setembro de 2011
HISTÓRIA DA REVOLUÇÃO FARROUPILHA
HISTÓRIA DA REVOLUÇÃO FARROUPILHA.mp4 - CRIATIVE MT, 19/05/2010
VÍDEO QUE CONTA BOA PARTE DA INCRÍVEL HISTÓRIA DA REVOLUÇÃO FARROUPILHA.
REV. FARROUPILHA (1835-1845) – 1º REPÚBLICA DO BRASIL “COM LUTA”
DURANTE 10 ANOS (1835-1845), OS GAÚCHOS ENFRENTAM O IMPÉRIO E PROCLAMARAM, DE FORMA LEGITIMA, A “1ª REPÚBLICA DO BRASIL”; SOMENTE DEPOIS DE 44 ANOS, É QUE FORA PROCLAMADA A REPÚBLICA DE 1889 (“SEM LUTA”). .... A “REVOLUÇÃO FARROUPILHA” FOI A BATALHA MAIS LONGA DA HISTÓRIA DA AMÉRICA DO SUL....“Sirvam nossas façanhas de modelo a toda a terra.” (Hino Rio-Grandense). Ricardo Knex
VÍDEO QUE CONTA BOA PARTE DA INCRÍVEL HISTÓRIA DA REVOLUÇÃO FARROUPILHA.
REV. FARROUPILHA (1835-1845) – 1º REPÚBLICA DO BRASIL “COM LUTA”
DURANTE 10 ANOS (1835-1845), OS GAÚCHOS ENFRENTAM O IMPÉRIO E PROCLAMARAM, DE FORMA LEGITIMA, A “1ª REPÚBLICA DO BRASIL”; SOMENTE DEPOIS DE 44 ANOS, É QUE FORA PROCLAMADA A REPÚBLICA DE 1889 (“SEM LUTA”). .... A “REVOLUÇÃO FARROUPILHA” FOI A BATALHA MAIS LONGA DA HISTÓRIA DA AMÉRICA DO SUL....“Sirvam nossas façanhas de modelo a toda a terra.” (Hino Rio-Grandense). Ricardo Knex
SOBRE O RS
Arnaldo Jabor
Pois é. O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos passivos. Olham o escândalo na televisão e exclamam ‘que horror’. Sabem do roubo do político e falam ‘que vergonha’. Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam ‘que absurdo’. Assistem a uma quase pornografia no programa dominical de televisão e dizem ‘que baixaria’. Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram ‘que medo’. E pronto! Pois acho que precisamos de uma transição ‘neste país’. Do ressentimento passivo à participação ativa.
Pois recentemente estive em Porto Alegre,onde pude apreciar atitudes com as quais não estou acostumado, paulista/paulistano que sou. Um regionalismo que simplesmente não existe na São Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém.
No Rio Grande do Sul, palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa. Abriram com o Hino Nacional. Todos em pé, cantando. Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul. Fiquei curioso. Como seria o hino?
Começa a tocar e, para minha surpresa,todo mundo cantando a letra! ‘Como a aurora precursora do farol da divindade, foi o vinte de setembro o precursor da liberdade’. Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão. Com garrafa de água quente e tudo. E oferece aos que estão em volta. Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até para mim eles oferecem. E eu fico pasmo. Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem. Aquilo cria um espírito de comunidade ao qual eu, paulista, não estou acostumado.
Desde que saí de Bauru, nos anos setenta, não sei mais o que é ‘comunidade’. Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de São Paulo. Aliás, você sabia que São Paulo tem hino? Pois é… Foi então que me deu um estalo.
Sabe como é que os ‘ressentimentos passivos’ se transformarão em participação ativa? De onde virá o grito de ‘basta’ contra os escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil? De São Paulo é que não será.
Esse grito exige consciência coletiva, algo que há muito não existe em São Paulo. Os paulistas perderam a capacidade de mobilização. Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção. São Paulo é um grande campo de refugiados, sem personalidade, sem cultura própria, sem ‘liga’. Cada um por si e o todo que se dane.
E isso é até compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes. Penso que o grito – se vier – só poderá partir das comunidades que ainda têm essa ‘liga’. A mesma que eu vi em Porto Alegre.
Algo me diz que mais uma vez os gaúchos é que levantarão a bandeira. Que buscarão em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo. Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles. De minha parte, eu acrescentaria, ainda: ‘…Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra…’
Pois é. O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos passivos. Olham o escândalo na televisão e exclamam ‘que horror’. Sabem do roubo do político e falam ‘que vergonha’. Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam ‘que absurdo’. Assistem a uma quase pornografia no programa dominical de televisão e dizem ‘que baixaria’. Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram ‘que medo’. E pronto! Pois acho que precisamos de uma transição ‘neste país’. Do ressentimento passivo à participação ativa.
Pois recentemente estive em Porto Alegre,onde pude apreciar atitudes com as quais não estou acostumado, paulista/paulistano que sou. Um regionalismo que simplesmente não existe na São Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém.
No Rio Grande do Sul, palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa. Abriram com o Hino Nacional. Todos em pé, cantando. Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul. Fiquei curioso. Como seria o hino?
Começa a tocar e, para minha surpresa,todo mundo cantando a letra! ‘Como a aurora precursora do farol da divindade, foi o vinte de setembro o precursor da liberdade’. Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão. Com garrafa de água quente e tudo. E oferece aos que estão em volta. Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até para mim eles oferecem. E eu fico pasmo. Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem. Aquilo cria um espírito de comunidade ao qual eu, paulista, não estou acostumado.
Desde que saí de Bauru, nos anos setenta, não sei mais o que é ‘comunidade’. Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de São Paulo. Aliás, você sabia que São Paulo tem hino? Pois é… Foi então que me deu um estalo.
Sabe como é que os ‘ressentimentos passivos’ se transformarão em participação ativa? De onde virá o grito de ‘basta’ contra os escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil? De São Paulo é que não será.
Esse grito exige consciência coletiva, algo que há muito não existe em São Paulo. Os paulistas perderam a capacidade de mobilização. Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção. São Paulo é um grande campo de refugiados, sem personalidade, sem cultura própria, sem ‘liga’. Cada um por si e o todo que se dane.
E isso é até compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes. Penso que o grito – se vier – só poderá partir das comunidades que ainda têm essa ‘liga’. A mesma que eu vi em Porto Alegre.
Algo me diz que mais uma vez os gaúchos é que levantarão a bandeira. Que buscarão em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo. Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles. De minha parte, eu acrescentaria, ainda: ‘…Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra…’
sexta-feira, 16 de setembro de 2011
CORRIGINDO 18 VELHOS DITADOS
01- "É dando que se ... engravida".
02- "Quem ri por último... é retardado".
03- "Alegria de pobre... é impossível".
04- "Quem com ferro fere... não sabe como dói".
05- "Em casa de ferreiro... só tem ferro".
06- "Quem tem boca... fala. Quem tem grana é que vai a Roma!"
07- "Gato escaldado... morre, droga!"
08- "Quem espera... fica de saco cheio."
09- "Quando um não quer... o outro insiste."
10- "Há males que vêm para ...detonar com tudo mesmo!" (essa é ótima!!!)
11- "Se Maomé não vai à montanha... é porque ele se mandou pra praia."
12- "A esperança...e a sogra são as últimas que morrem."
13- "Quem dá aos pobres.... cria o filho sozinho." rsrsrsrsrsr....
15- "Devagar..... nunca se chega."
16- "Antes tarde do que ... mais tarde."
17- "Em terra de cego quem tem um olho é ... caolho."
18- "Quem cedo madruga...fica com sono o dia inteiro."
19- "Pau que nasce torto... urina no chão."
Enviado pelo Mamedes.
02- "Quem ri por último... é retardado".
03- "Alegria de pobre... é impossível".
04- "Quem com ferro fere... não sabe como dói".
05- "Em casa de ferreiro... só tem ferro".
06- "Quem tem boca... fala. Quem tem grana é que vai a Roma!"
07- "Gato escaldado... morre, droga!"
08- "Quem espera... fica de saco cheio."
09- "Quando um não quer... o outro insiste."
10- "Há males que vêm para ...detonar com tudo mesmo!" (essa é ótima!!!)
11- "Se Maomé não vai à montanha... é porque ele se mandou pra praia."
12- "A esperança...e a sogra são as últimas que morrem."
13- "Quem dá aos pobres.... cria o filho sozinho." rsrsrsrsrsr....
15- "Devagar..... nunca se chega."
16- "Antes tarde do que ... mais tarde."
17- "Em terra de cego quem tem um olho é ... caolho."
18- "Quem cedo madruga...fica com sono o dia inteiro."
19- "Pau que nasce torto... urina no chão."
Enviado pelo Mamedes.
PNEUS NOVOS: ATRÁS OU NA FRENTE?
Pneus novos: atrás ou na frente?
A quebra de um mito. Matéria do G1, Vale a pena assistir.
Porquê montar os pneus novos ou menos gastos atrás ?
Independentemente de que o seu carro seja de tracção dianteira, traseira, ou 4x4, recomendamos montar os pneus novos ou menos gastos no eixo traseiro, para que obtenha uma maior segurança em caso de situações imprevistas e difíceis (travagem de emergência, curva fechada...) sobretudo em solo molhado.
Numerosos testes demonstraram que é mais fácil controlar o eixo dianteiro do que o traseiro. Os pneus dianteiros desgastam-se em geral mais depressa do que os traseiros, principalmente nos carros de tracção dianteira, que representam a maioria dos veículos actuais.
Pneus novos montados na frente :
- O comportamento do carro se modifica, porque o equilíbrio FR/TR será invertido.
O condutor, habituado com um carro com menos aderênccia na frente, será surpreeendido.
- Numa estrada escorregadia, a traseira do veículo perderá a aderência antes da frente.
O condutor não terá nenhuma possibilidade de controlar o eixo traseiro, e será tentado a reacelerar, o que amplificará o fenómeno de « peão ». Apenas um condutor muito experiente poderá sair desta situação perigosa...
Pneus novos montados atrás :
- O comportamento do veículo será similar ao que o condutor já conhecia antes da mudança de pneus, pois o equilíbrio de aderência será similar.
- A aderência do eixo traseiro será melhor, e o condutor poderá controlar e guiar o veículo sem problemas, desacelerando e girando o volante no sentido da curva.
Para limitar os riscos, a Michelin aconselha, que se montem os pneus novos ou menos gastos atrás, com o fim de se obter:
- melhor aderência em curvas
- uma maior segurança.
Fonte: http://www.michelin.pt/pt/auto/auto_cons_bib_pqr_neuf.jsp
Pneu novo é atrás - Fonte: G1
O ideal é trocar os quatro pneus de uma vez, mas como as vezes não é possível comprar os quatro, o ideal é colocá-los a trás.
Segue abaixo alguns motivos:
1 - Melhor resposta nas saídas em veículos de tração traseira;
2 - Melhor aderência em terrenos inconsistentes em veículos de tração trasei
3 - Melhor dirigibilidade e maior segurança em veículo sobreesterçante, que são aqueles com maior tendência de perder a aderência na traseira (geralmente com tração nas rodas de trás), o que é mais difícil de ser controlado;
4 - Otimização dos freios porque a carga sobre o eixo dianteiro pode vir a ser o dobro daquela aplicada no eixo traseiro, o que justifica a necessidade de ter pneus com maior aderência no eixo menos carregado, para melhor distribuir a ação dos freios;
5 - Melhor desempenho em pavimentos de baixa aderência;
6 - Uma perfuração ou avaria num pneu dianteiro é rapidamente constatada e o controle do veículo é facilitado pela direção. Por esta razão, os pneus novos ou os em melhor estado devem ser montados nas posições traseiras onde a percepção de qualquer problema dessa ordem é mais demorada e onde o controle do veículo também é mais difícil;
7 - Nas situações críticas, como por exemplo, em dias de chuva, uma eventual aquaplanagem em curva é muito mais perigosa nos pneus traseiros do que nos dianteiros.
A quebra de um mito. Matéria do G1, Vale a pena assistir.
Porquê montar os pneus novos ou menos gastos atrás ?
Independentemente de que o seu carro seja de tracção dianteira, traseira, ou 4x4, recomendamos montar os pneus novos ou menos gastos no eixo traseiro, para que obtenha uma maior segurança em caso de situações imprevistas e difíceis (travagem de emergência, curva fechada...) sobretudo em solo molhado.
Numerosos testes demonstraram que é mais fácil controlar o eixo dianteiro do que o traseiro. Os pneus dianteiros desgastam-se em geral mais depressa do que os traseiros, principalmente nos carros de tracção dianteira, que representam a maioria dos veículos actuais.
Pneus novos montados na frente :
- O comportamento do carro se modifica, porque o equilíbrio FR/TR será invertido.
O condutor, habituado com um carro com menos aderênccia na frente, será surpreeendido.
- Numa estrada escorregadia, a traseira do veículo perderá a aderência antes da frente.
O condutor não terá nenhuma possibilidade de controlar o eixo traseiro, e será tentado a reacelerar, o que amplificará o fenómeno de « peão ». Apenas um condutor muito experiente poderá sair desta situação perigosa...
Pneus novos montados atrás :
- O comportamento do veículo será similar ao que o condutor já conhecia antes da mudança de pneus, pois o equilíbrio de aderência será similar.
- A aderência do eixo traseiro será melhor, e o condutor poderá controlar e guiar o veículo sem problemas, desacelerando e girando o volante no sentido da curva.
Para limitar os riscos, a Michelin aconselha, que se montem os pneus novos ou menos gastos atrás, com o fim de se obter:
- melhor aderência em curvas
- uma maior segurança.
Fonte: http://www.michelin.pt/pt/auto/auto_cons_bib_pqr_neuf.jsp
Pneu novo é atrás - Fonte: G1
O ideal é trocar os quatro pneus de uma vez, mas como as vezes não é possível comprar os quatro, o ideal é colocá-los a trás.
Segue abaixo alguns motivos:
1 - Melhor resposta nas saídas em veículos de tração traseira;
2 - Melhor aderência em terrenos inconsistentes em veículos de tração trasei
3 - Melhor dirigibilidade e maior segurança em veículo sobreesterçante, que são aqueles com maior tendência de perder a aderência na traseira (geralmente com tração nas rodas de trás), o que é mais difícil de ser controlado;
4 - Otimização dos freios porque a carga sobre o eixo dianteiro pode vir a ser o dobro daquela aplicada no eixo traseiro, o que justifica a necessidade de ter pneus com maior aderência no eixo menos carregado, para melhor distribuir a ação dos freios;
5 - Melhor desempenho em pavimentos de baixa aderência;
6 - Uma perfuração ou avaria num pneu dianteiro é rapidamente constatada e o controle do veículo é facilitado pela direção. Por esta razão, os pneus novos ou os em melhor estado devem ser montados nas posições traseiras onde a percepção de qualquer problema dessa ordem é mais demorada e onde o controle do veículo também é mais difícil;
7 - Nas situações críticas, como por exemplo, em dias de chuva, uma eventual aquaplanagem em curva é muito mais perigosa nos pneus traseiros do que nos dianteiros.
quinta-feira, 15 de setembro de 2011
VIVER COMO AS FLORES
HOJE RECEBI ESTA LIÇÃO DE SABEDORIA PARA REFLETIR.
“Era uma vez um jovem que caminhava ao lado do seu mestre. Ele perguntou:
- Mestre, como faço para não me aborrecer?
Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes, outras mentirosas...sofro com as que caluniam...
- Pois viva como as flores! - advertiu o mestre.
- Como é viver como as flores? – perguntou o discípulo.
- Repare nestas flores – continuou o mestre – apontando lírios que cresciam no jardim.
- Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas...
- É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros nos importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
- Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora...seja vigilante e não se deixe contaminar por tudo aquilo que o rodeia...assim, você estará vivendo como as flores!
“Se corrigisses em ti mesmo tudo o que censuras nos outros, já serias perfeito.” (Santo Alberto Magno)
Boas reflexões e melhor ainda se praticarmos as lições de sabedoria e trabalharmos para transformar a nós mesmos e o mundo ao nosso redor!
Que possamos receber as bênçãos e os dons da sabedoria e perseverança e todos quanto precisarmos para nos tornarmos melhores pessoas!
ENVIADO PELO CEL MAMEDES.
“Era uma vez um jovem que caminhava ao lado do seu mestre. Ele perguntou:
- Mestre, como faço para não me aborrecer?
Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes, outras mentirosas...sofro com as que caluniam...
- Pois viva como as flores! - advertiu o mestre.
- Como é viver como as flores? – perguntou o discípulo.
- Repare nestas flores – continuou o mestre – apontando lírios que cresciam no jardim.
- Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas...
- É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros nos importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento.
- Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora...seja vigilante e não se deixe contaminar por tudo aquilo que o rodeia...assim, você estará vivendo como as flores!
“Se corrigisses em ti mesmo tudo o que censuras nos outros, já serias perfeito.” (Santo Alberto Magno)
Boas reflexões e melhor ainda se praticarmos as lições de sabedoria e trabalharmos para transformar a nós mesmos e o mundo ao nosso redor!
Que possamos receber as bênçãos e os dons da sabedoria e perseverança e todos quanto precisarmos para nos tornarmos melhores pessoas!
ENVIADO PELO CEL MAMEDES.
FAROFÁ..FÁ!
No meu aniversário fui agraciado com esta música inesquecível do Mauro Celso tocada nos bons tempos em se podia caminhar nas ruas à noite sem se preocupar com a segurança. Esta música foi cantada toda a noite, durante casamento de uma delas, em meio a uma mesa farta de comida e bebidas.
Valeu Martha, Lígia, Isabel, Isaura, Bete e Jane. Vamos botar os primos juntos: Nelson, Felipe e Léo. E aqueles dois que estão lá no céu nos dando as graças ao lado do grande arquiteto do universo.
Mauro Celso (1951, São José do Rio Pardo - 1989) - Foi um conhecido cantor brasileiro, um marco importante da história da MPB, com músicas como Farofa-fá (em 1975, num festival da canção) e Bilu-Tetéia, nessa época residia em Osasco, na grande São Paulo. Faleceu em 1989 num acidente de carro onde morreu afogado.(WIKIPÉDIA)
FAROFÁ-FÁ - Mauro Celso - Letras
Comprei um quilo de farinha
Pra fazer farofa
Pra fazer farofa
Pra fazer farofa fa
Comprei um pé de porco (faró fa fa)
E orelha de porco (faró fa fa)
Pus tudo isto no fogo (faró fa fa)
E remexi direito (faró fa fa)
Com a fome de um lobo (faró fa fa)
Eu calcei o meu peito (faró fa fa)
Fa
Faró Faró Faró
Faró Faró Faró
Faró Faró Faró Fa Fa
Farinha de mandioca (faró fa fa)
E pimenta malagueta (faró fa fa)
Eu gosto de farofa (faró fa fa)
Comi, não faço careta (faró fa fa)
Mas sou forte como um touro (faró fa fa)
Da cabeça inteligente (faró fa fa)
Só não mastigo tijolo (faró fa fa)
Porque me estraga os dentes (faró fa fa)
Fa
Faró Faró Faró
Faró Faró Faró
Faró Faró Faró Fa Fa
Valeu Martha, Lígia, Isabel, Isaura, Bete e Jane. Vamos botar os primos juntos: Nelson, Felipe e Léo. E aqueles dois que estão lá no céu nos dando as graças ao lado do grande arquiteto do universo.
Mauro Celso (1951, São José do Rio Pardo - 1989) - Foi um conhecido cantor brasileiro, um marco importante da história da MPB, com músicas como Farofa-fá (em 1975, num festival da canção) e Bilu-Tetéia, nessa época residia em Osasco, na grande São Paulo. Faleceu em 1989 num acidente de carro onde morreu afogado.(WIKIPÉDIA)
FAROFÁ-FÁ - Mauro Celso - Letras
Comprei um quilo de farinha
Pra fazer farofa
Pra fazer farofa
Pra fazer farofa fa
Comprei um pé de porco (faró fa fa)
E orelha de porco (faró fa fa)
Pus tudo isto no fogo (faró fa fa)
E remexi direito (faró fa fa)
Com a fome de um lobo (faró fa fa)
Eu calcei o meu peito (faró fa fa)
Fa
Faró Faró Faró
Faró Faró Faró
Faró Faró Faró Fa Fa
Farinha de mandioca (faró fa fa)
E pimenta malagueta (faró fa fa)
Eu gosto de farofa (faró fa fa)
Comi, não faço careta (faró fa fa)
Mas sou forte como um touro (faró fa fa)
Da cabeça inteligente (faró fa fa)
Só não mastigo tijolo (faró fa fa)
Porque me estraga os dentes (faró fa fa)
Fa
Faró Faró Faró
Faró Faró Faró
Faró Faró Faró Fa Fa
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