ERUDITO X POPULAR - JOSÉ PEDRO GOULART, Zero hora, 17 de novembro de 2010 | N° 16522
“O que não nos mata, nos torna mais fortes.” – Nietzsche
(O que não mata, engorda.)
“Ser ou não ser, eis a questão.” – Shakespeare
(Não sei se caso ou compro uma bicicleta.)
“O homem é ele e suas circunstâncias.” – Ortega y Gasset
(Cada um no seu quadrado.)
“Por delicadeza, perdi minha vida.” – Rimbaud
(Quem foi ao ar, perdeu o lugar.)
“O inferno são os outros.” – Sartre
(Mais vale um cachorro amigo do que um amigo cachorro.)
“Só sei que nada sei.” – Sócrates
(Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa.)
“Cada momento na vida é um milagre que não se repete.” – Fernando Pessoa
(Trepada adiada é trepada perdida.)
“Deus não joga dados com o universo.” – Einstein
(Macaco velho não mete a mão em cumbuca.)
“O Universo é uma harmonia de contrários.” – Pitágoras
(Se correr o bicho pega, se ficar o bicho come.)
“Julgue um homem pelas suas perguntas, não por suas respostas.” – Voltaire
(Quem tem boca vai a Roma.)
“Amai-vos uns aos outros.” – Jesus
(Há sempre um chinelo velho para um pé torto.)
“Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás.” – Che
(Não se amarra cachorro com linguiça.)
“Se cada um dos seus dias for uma centelha de luz, no fim da vida você terá iluminado uma boa parte do mundo.” – Osho
(Batatinha quando nasce, espalha rama pelo chão.)
“O mestre disse ao aluno: Yu, queres saber em que consiste o conhecimento? Consiste em ter consciência tanto de conhecer uma coisa quanto de não a conhecer. ” – Confúncio
(Em boca fechada não entra mosca.)
“Penso, logo existo.” – Descartes
(Cria fama e deita na cama.)
“Existo onde não penso.” – Freud
(Whatafuck?)
Este é o diário virtual de Jorge Bengochea utilizado para tratar de temas amenos, saudáveis e pessoais. É uma trégua entre os embates no enfrentamento das múltiplas mazelas dos ineficientes sistemas político, jurídico, judicial, social, educacional, de saúde e de ordem pública vigentes no Brasil.
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
terça-feira, 16 de novembro de 2010
INICIAÇÃO DA JUVENTUDE - RITUAL DOS ÍNDIOS CHEROKEES
RITUAL DE INICIAÇÃO DA JUVENTUDE DOS ÍNDIOS CHEROKEES
O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho. O filho se senta sozinho no topo de uma montanha durante toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.
Ele não pode gritar por socorro para ninguém.
Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido. O menino está naturalmente amedrontado.
Ele pode ouvir toda espécie de barulho. Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.Talvez alguns humanos possam feri-lo.Os insetos e cobras podem vir picá-lo. Ele pode estar com frio, fome e sede. O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele não remove a venda.
Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem. Finalmente.....
Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida. Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele. Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo. Nós também nunca estamos sozinhos! Mesmo quando não percebemos, Deus está olhando para nós, 'sentado ao nosso lado'. Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.
MORAL DA HISTÓRIA:
Apenas porque não vemos Deus, não significa que Ele não esteja conosco.
Nós precisamos caminhar pela nossa fé, não com a nossa visão material. Se você gostou desta história, repasse-a. Evite tirar a sua venda antes do amanhecer...
Encaminhado pelo irmão Gilmar Moraes Maia, 15/11/2010
O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho. O filho se senta sozinho no topo de uma montanha durante toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.
Ele não pode gritar por socorro para ninguém.
Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido. O menino está naturalmente amedrontado.
Ele pode ouvir toda espécie de barulho. Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.Talvez alguns humanos possam feri-lo.Os insetos e cobras podem vir picá-lo. Ele pode estar com frio, fome e sede. O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele não remove a venda.
Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem. Finalmente.....
Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida. Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele. Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo. Nós também nunca estamos sozinhos! Mesmo quando não percebemos, Deus está olhando para nós, 'sentado ao nosso lado'. Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.
MORAL DA HISTÓRIA:
Apenas porque não vemos Deus, não significa que Ele não esteja conosco.
Nós precisamos caminhar pela nossa fé, não com a nossa visão material. Se você gostou desta história, repasse-a. Evite tirar a sua venda antes do amanhecer...
Encaminhado pelo irmão Gilmar Moraes Maia, 15/11/2010
terça-feira, 2 de novembro de 2010
O MESTRE E O ESCORPIÃO

O MESTRE E O ESCORPIÃO
Um Mestre do Oriente viu quando um escorpião estava se afogando e decidiu tirá-lo da água, mas quando o fez, o escorpião o picou!
Pela reação da dor, o mestre o soltou e o animal caiu de novo na água e estava se afogando.
O mestre tentou tirá-lo novamente e outra vez o animal o picou!
Alguém que estava observando se aproximou do mestre e disse-lhe:- “Desculpe-me, mas você é teimoso! Não entende que todas as vezes que tentar tirá-lo da água ele irá picá-lo?”
O mestre respondeu: - “A natureza do escorpião é picar, e isto não vai mudar a minha, que é ajudar.”
Então, com a ajuda de uma folha, o mestre tirou o escorpião da água e salvou sua vida, e continuou: - “Não mude sua natureza se alguém te faz algum mal; apenas tome precauções.
Alguns perseguem a felicidade, outros a criam.
Quando a vida te apresentar mil razões para chorar, mostre-lhe que tens mil e uma razões para sorrir.
Preocupe-se mais com sua consciência do que com sua reputação. Porque sua CONSCIÊNCIA é o que você É, e sua REPUTAÇÃO é o que os outros PENSAM de você.
E o que os outros pensam…é problema deles!"
Autor desconhecido. Fonte: http://oprofessorleandro.wordpress.com/2010/02/26/o-que-os-outros-pensam-e-problema-deles/
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
ONDE FOI PARAR O TEMPO?
ESTE QUESTIONAMENTO É MUITO OPORTUNO PARA O TEMPO DE AGORA. É uma colaboração da minha querida e amada prima Lígia.
Onde foi parar o tempo? - Marcelo Canellas - 31/10/2007
Sobre o tempo que ganhamos. Havia mais terrenos baldios.
E menos canais de televisão. E mais cachorros vadios. E menos carros na rua.
Havia carroças na rua.
E carroceiros fazendo o pregão dos legumes. E mascates batendo de porta em porta. E mendigos pedindo pão velho.
Por que os mendigos não pedem mais pão velho?
A Velha do Saco assustava as crianças. O saco era de estopa.
Não havia sacos plásticos, levávamos sacolas de palha para o supermercado.
E cascos vazios para trocar por garrafas cheias.
Refrigerante era caro. Só tomávamos no fim de semana.
As latas de cerveja eram de lata mesmo, não eram de alumínio.
Leite vinha num saco. Ou então o leiteiro entregava em casa, em garrafas de vidro.
Cozinhava-se com banha de porco. Toda dona-de-casa tinha uma lata de banha debaixo da pia.
O barbeador era de metal, e a lâmina era trocada de vez em quando.Mas só a lâmina.
As camas tinham suporte para mosquiteiro.
As casas tinham quintais. Os quintais tinham sempre uma laranjeira, ou uma pereira,
ou um pessegueiro.
Comíamos fruta no pé. Minha vó tinha fogão a lenha.
E compotas caseiras abarrotando a despensa. E chimia de abóbora, e uvada, e pão de casa.
Meu pai tinha um amigo que fumava palheiro. Era comum fumar palheiro na
cidade; tinha-se mais tempo para picar fumo.
Fumo vinha em rolo e cheirava bem.
O café passava pelo coador de pano. As ruas cheiravam a café.
Chaleira apitava. O que há com as chaleiras de hoje que não apitam?
As lojas de discos vendiam long plays e fitas K7.
Supimpa era ter um três-em-um: toca-disco, toca-fita e rádio AM (não havia FM).
Dizia-se 'supimpa', que significa 'bacana'. Pois é, dizia-se 'bacana', saca?
Os telefones tinham disco. Discava-se para alguém. Depois, punha-se o aparelho no gancho. Telefone tinha gancho. E fio.
Se o seu filho estivesse no quarto dele e você no seu escritório, você dava um berro pra chamar o guri, em vez de mandar um e-mail ou um recado pelo MSN.
Estou falando de outro milênio, é verdade.
Mas o século passado foi ontem!
Isso tudo acontecia há apenas 20 ou 25 anos, não mais do que o espaço de uma geração.
A vida ficou muito melhor. Tudo era mais demorado, mais difícil, mais trabalhoso. Então por que engolimos o almoço?
Então por que estamos sempre atrasados?
Então por que ninguém mais bota cadeiras na calçada?
Alguém pode me explicar onde foi parar o tempo que ganhamos?
COMENTÁRIO DO BENGOCHEA: É...estamos ficando velhos e saudosos daquele tempo quando se podia sair à noite, reunir os amigos sob teto estrelado, sentar na calçada, comer um xis na madrugada e voltar vivos e alegres. Infelizmente, este "nosso" tempo não será o dos nossos filhos e netos.
Onde foi parar o tempo? - Marcelo Canellas - 31/10/2007
Sobre o tempo que ganhamos. Havia mais terrenos baldios.
E menos canais de televisão. E mais cachorros vadios. E menos carros na rua.
Havia carroças na rua.
E carroceiros fazendo o pregão dos legumes. E mascates batendo de porta em porta. E mendigos pedindo pão velho.
Por que os mendigos não pedem mais pão velho?
A Velha do Saco assustava as crianças. O saco era de estopa.
Não havia sacos plásticos, levávamos sacolas de palha para o supermercado.
E cascos vazios para trocar por garrafas cheias.
Refrigerante era caro. Só tomávamos no fim de semana.
As latas de cerveja eram de lata mesmo, não eram de alumínio.
Leite vinha num saco. Ou então o leiteiro entregava em casa, em garrafas de vidro.
Cozinhava-se com banha de porco. Toda dona-de-casa tinha uma lata de banha debaixo da pia.
O barbeador era de metal, e a lâmina era trocada de vez em quando.Mas só a lâmina.
As camas tinham suporte para mosquiteiro.
As casas tinham quintais. Os quintais tinham sempre uma laranjeira, ou uma pereira,
ou um pessegueiro.
Comíamos fruta no pé. Minha vó tinha fogão a lenha.
E compotas caseiras abarrotando a despensa. E chimia de abóbora, e uvada, e pão de casa.
Meu pai tinha um amigo que fumava palheiro. Era comum fumar palheiro na
cidade; tinha-se mais tempo para picar fumo.
Fumo vinha em rolo e cheirava bem.
O café passava pelo coador de pano. As ruas cheiravam a café.
Chaleira apitava. O que há com as chaleiras de hoje que não apitam?
As lojas de discos vendiam long plays e fitas K7.
Supimpa era ter um três-em-um: toca-disco, toca-fita e rádio AM (não havia FM).
Dizia-se 'supimpa', que significa 'bacana'. Pois é, dizia-se 'bacana', saca?
Os telefones tinham disco. Discava-se para alguém. Depois, punha-se o aparelho no gancho. Telefone tinha gancho. E fio.
Se o seu filho estivesse no quarto dele e você no seu escritório, você dava um berro pra chamar o guri, em vez de mandar um e-mail ou um recado pelo MSN.
Estou falando de outro milênio, é verdade.
Mas o século passado foi ontem!
Isso tudo acontecia há apenas 20 ou 25 anos, não mais do que o espaço de uma geração.
A vida ficou muito melhor. Tudo era mais demorado, mais difícil, mais trabalhoso. Então por que engolimos o almoço?
Então por que estamos sempre atrasados?
Então por que ninguém mais bota cadeiras na calçada?
Alguém pode me explicar onde foi parar o tempo que ganhamos?
COMENTÁRIO DO BENGOCHEA: É...estamos ficando velhos e saudosos daquele tempo quando se podia sair à noite, reunir os amigos sob teto estrelado, sentar na calçada, comer um xis na madrugada e voltar vivos e alegres. Infelizmente, este "nosso" tempo não será o dos nossos filhos e netos.
quinta-feira, 14 de outubro de 2010
O PEDREIRO

O PEDREIRO
autor desconhecido
Um velho pedreiro que construía casas estava pronto para se aposentar.
Ele informou o chefe, do seu desejo de se aposentar e passar mais tempo com sua família. Ele ainda disse que sentiria falta do salário, mas realmente queria se aposentar.
A empresa não seria muito afetada pela saída do pedreiro, mas o chefe estava triste em ver um bom funcionário partindo e ele pediu ao pedreiro para trabalhar em mais um projeto, como um favor. O pedreiro não gostou mas acabou concordando.
Foi fácil ver que ele não estava entusiasmado com a idéia. Assim ele prosseguiu fazendo um trabalho de segunda qualidade e usando materiais inadequados. Quando o pedreiro acabou, o chefe veio fazer a inspeção da casa construída.
Depois de inspecioná-la, deu a chave da casa ao pedreiro e disse:
- "Esta é a sua casa. Ela é o meu presente para você".
O pedreiro ficou muito surpreendido. Que pena! Se ele soubesse que estava construindo sua própria casa, teria feito tudo diferente...
O mesmo acontece conosco...
Nós construímos nossa vida, um dia de cada vez e muitas vezes fazendo menos que o melhor possível na sua construção. Depois, com surpresa, nos descobrimos que precisamos viver na casa que nós construímos. Se pudéssemos fazer tudo de novo, faríamos tudo diferente. Mas não podemos voltar atrás.
Tu és o pedreiro. Todo dia martelas pregos, ajustas tabuas e constróis paredes. Alguém já disse que: "A vida é um projeto que você mesmo constrói". Tuas atitudes e escolhas de hoje estão construindo a "casa" em que vai morar amanhã.
Portanto construa com sabedoria!
"Quando pratico o bem, sinto-me bem; quando pratico o mal, sinto-me mal. Eis a minha religião." Abraham Lincol
Mensagem enviada pelo irmão Gilmar Moraes Maia
quinta-feira, 30 de setembro de 2010
SER FELIZ COM POUCO DINHEIRO

Receita para ser feliz mesmo com pouco dinheiro. Estudo de universidades americanas diz que o bem-estar depende de como gastamos o que temos e dá oito dicas para o consumidor - Paula Rocha, Revista Isto É, N° Edição: 2133 | 24.Set.10 - 21:00 | Atualizado em 30.Set.10 - 14:55
Se você não está feliz com seu dinheiro, provavelmente é porque não sabe gastá-lo. A provocativa afirmação é tema de um recente estudo realizado pelas Universidades de Harvard, Virginia e British Columbia, nos Estados Unidos, que procurou traçar as ligações entre consumo e felicidade. Segundo a pesquisa, o conceito de bem-estar não está relacionado com o tamanho de nossa riqueza, mas sim com a forma como gastamos o que temos. “O dinheiro nos deixa alegres quando pensamos nele, mas nem tanto quando o usamos. E isso não deveria acontecer”, afirma a professora de psicologia Elizabeth Dunn, da British Columbia, responsável pelo trabalho. A compra imediata impulsiva de bens e serviços é apontada pela pesquisadora como uma das principais causas da insatisfação dos consumidores atuais. “Muitas pessoas esquecem ou não sabem que planejar, antecipar e desejar são fatores essenciais para a felicidade”, explica. Analisando o comportamento de compradores de várias partes do mundo, a psicóloga americana e sua equipe listaram oito dicas que podem ajudar você a ser mais feliz com seu dinheiro.
1 - Comprar experiências e não coisas
O instrutor de artes marciais Alexei Caio, 35 anos, não tem tevê de plasma, computador de última geração nem móveis sofisticados. Mesmo assim, se considera uma pessoa plenamente feliz. “Prefiro gastar meu dinheiro em viagens do que com bens materiais”, declara. Todos os anos, Caio embarca em aventuras pela América Latina, fazendo caminhadas e conhecendo novos lugares. “Experiências proporcionam prazer em dobro, pois nos fazem felizes enquanto vivemos e, depois, quando recordamos”, diz a professora Elizabeth Dunn, da British Columbia. Investir em cursos, viagens, jantares e programas de lazer são boas maneiras de encontrar a satisfação pessoal. Além disso, experiências, mais do que coisas, podem ser divididas com outras pessoas, uma fonte comprovada de felicidade.
2 - Gastar com os outros e não apenas com você
Tudo o que fazemos para estreitar nossas relações pessoais aumenta a felicidade. E isso inclui gastar dinheiro. Segundo o estudo, doar valores ou objetos ativa áreas do cérebro relacionadas à recompensa. Ou seja, comprar presentes para as pessoas que você ama, fazer caridade e ajudar familiares, se forem atos voluntários, aumentam o bem-estar.
3 - Investir em pequenos prazeres
Se você tem dinheiro para gastar, é melhor comprar vários pequenos prazeres do que torrar tudo numa única aquisição. De acordo com a pesquisa, quando adquirimos algo de grande valor, temos uma satisfação momentânea, que diminui com o tempo. Compras menores, porém mais frequentes, garantem bem-estar constante. A professora Mariane D’Ávila, 45 anos, aprendeu essa lição. “Já cheguei a comprar 12 pares de sapatos de uma vez. Dizia: ‘Não gasto nunca, então posso fazer extravagâncias’”, conta. Hoje Mariane trocou os impulsos consumistas por sessões de massagem semanais. “Descobri que a felicidade está muito mais relacionada à minha qualidade de vida do que às peças caras no meu armário”, diz.
4 - Comprar sem pensar em trocar
Como foi comprovado no estudo, a possibilidade de troca induz ao gasto por impulso, um dos principais motivos de insatisfação. “Quando não precisamos nos comprometer com uma aquisição, perdemos o interesse por ela. Aí, o outro vestido que deixamos na loja parece mais bonito do que o que trouxemos para casa”, exemplifica a pesquisadora Elizabeth.
5 - Pagar agora e usar depois
O princípio é o oposto da política praticada pelas companhias de cartão de crédito, que estimulam os consumidores a comprarem agora e pagarem depois. Segundo os pesquisadores, é mais feliz quem consegue fugir dos parcelamentos e honra as compras à vista. “Essa dica vale para uma economia em recessão como a dos Estados Unidos, mas não para o Brasil”, afirma Fábio Mariano Borges, professor de pós-graduação em ciências do consumo da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM). “Aqui a explosão do consumo da classe C se deve em grande parte à oferta de crédito, ou seja, ao parcelamento”, diz. O conselho de Borges para quem precisa financiar é colocar os gastos na ponta do lápis: “Não comprometa mais do que 20% de sua renda com o financiamento.”
6 - Planejar também o pós-compra
Segundo o estudo, a felicidade está nos detalhes. Por isso, precisamos considerar todos os aspectos de uma nova aquisição antes de confirmá-la. Expectativas muito altas em relação ao produto, por exemplo, podem levar à decepção. “Quando imaginamos como iremos incluir uma nova compra em nossa rotina, temos mais chances de tirarmos satisfação dela”, diz Elizabeth. Portanto, antes de pagar por um novo bem, temos que considerar quando vamos utilizá-lo e como.
7 - Não procurar apenas a melhor oferta
A pesquisa também sugere que, em muitos casos, economizar não significa garantia de felicidade. “Ao comparar só o preço, podemos descartar produtos que nos fariam felizes somente porque existem opções mais baratas”, afirma a pesquisadora Elizabeth. Segundo ela, é necessário considerar o preço sim, mas sem deixar de lado outras características, como durabilidade, praticidade e, claro, qualidade.
8 - Ouvir a opinião dos outros
Comprar algo apenas porque outras pessoas têm é um dos caminhos mais curtos para a infelicidade. No entanto, ouvir a opinião dos outros pode ajudar, e muito, na escolha daquilo que nos trará prazer. “Um observador atento é capaz de dizer que prato do restaurante nos fará mais felizes, apenas por identificar nossas reações ao ler o cardápio”, exemplifica a professora Elizabeth, da British Columbia. O professor Borges, da ESPM, concorda. Para ele, a internet facilita a vida do consumidor, pois disponibiliza críticas de outros compradores sobre qualquer tipo de bem ou serviço. “Consultar o julgamento alheio já é uma prática comum do cliente, porém, com o acesso cada vez maior à tecnologia, essa segunda opinião se torna mais procurada e legitimada”, diz.
quinta-feira, 2 de setembro de 2010
IFFHS - SC INTERNACIONAL ENTRE OS 10 DO MUNDO E O MELHOR DO BRASIL

Inter pula 20 posições e fica em nono lugar no ranking da IFFHS. Colorado é o maior brasileiro e divide com Estudiantes a condição de melhor sul-americano da lista - Zero Hora, 02/09/2010 | 12h31min
O título da Copa Libertadores segue dando projeção ao Inter. A Federação Internacional de História e Estatística do Futebol (IFFHS) divulgou nesta quinta a atualização do Ranking Mundial de Clubes. O Inter, que ultrapassou o Cruzeiro e se tornou o melhor brasileiro da lista, entrou para o grupo dos 10 principais, saltando da 29ª para a nona posição.
Agora o clube gaúcho tem 217 pontos na listagem referente ao período entre os dias 1º de setembro do ano passado e 30 de agosto deste ano. Com o salto de 20 posições, o Colorado empata com o Estudiantes na condição de melhor sul-americano da lista. Antiga detentora do título da Libertadores e eliminada pelo Inter neste ano, a equipe argentina subiu da 12ª para a nona posição.
A Inter de Milão, que na edição anterior da lista dividia a liderança com o Barcelona, se isolou na ponta com 293 pontos, 10 a mais que o rival catalão. Bayern de Munique e Chelsea seguem em terceiro e quarto lugar, respectivamente. Além da dupla sul-americana, as novidades da lista são o Liverpool, que saltou da 26ª para a quinta posição, e o Anderlecht, da Bélgica, que saiu da 20º casa para ocupar a sexta.
Já o Grêmio aparece na 190ª posição, ao lado do River-URU e do AEK Atenas-CRE, com 90 pontos. O Cruzeiro, que anteriormente era o melhor brasileiro da lista, caiu da 28ª para a 29ª posição, com 189 pontos. Os demais clubes nacionais entre os 100 melhores são São Paulo (30º), Fluminense (35º), Corinthians (42º), Flamengo (50º) e Santos (90º).
Confira os 10 primeiros:
1. Inter de Milão – 293 pontos
2. Barcelona – 283
3. Bayern de Munique – 253
4. Chelsea – 232
5. Liverpool – 231
6. Anderlecht – 230
7. Atlético de Madrid – 221
8. Werder Bremen – 220
9. Internacional de Porto Alegre – 217
Estudiantes – 217
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