
Este é o diário virtual de Jorge Bengochea utilizado para tratar de temas amenos, saudáveis e pessoais. É uma trégua entre os embates no enfrentamento das múltiplas mazelas dos ineficientes sistemas político, jurídico, judicial, social, educacional, de saúde e de ordem pública vigentes no Brasil.
segunda-feira, 26 de agosto de 2013
domingo, 25 de agosto de 2013
REGRAS NUMA REUNIÃO VIRTUAL
Regras básicas para não dar vexame na reunião virtual. Consultora de imagem dá dicas de etiquetas a serem seguidas pelo profissional durante uma videoconferência
O GLOBO
Publicado:24/08/13 - 8h58

Vídeoconferência: profissional deve seguir algumas regras de etiqueta na hora do bate-papo virtual Arquivo/O Globo
RIO - Entre as muitas facilidades proporcionadas pela tecnologia no mundo corporativo está a videoconferência. E são muitas as empresas que adotam a reunião virtual no seu dia a dia, fazendo com que seus funcionários economizem tempo e, consequentemente, produzam mais. Embora fique mais à vontade, o profissional precisa lembrar que o contato virtual é tão “ao vivo” quanto aquele em que estamos cara a cara com o interlocutor. Por isso, o cuidado com a aparência é fundamental, e o profissional deve preparar uma pauta e o material a ser usado durante a reunião.
Segundo Marcele Goes, consultora de imagem pessoal e corporativa e membro da Associação Internacional de Consultoria de Imagem (AICI), apesar de não ser uma obrigação usar o vídeo, a comunicação virtual é uma ferramenta que deixa a relação igualmente próxima e eficiente. Por isso, é tão recomendado que o profissional esteja preparado para participar das discussões e ter uma boa aparência.
Se você não está acostumado a participar de conferências virtuais e não sabe a melhor forma de agir frente às câmeras, preste atenção nas dicas preparadas pela consultora de imagem:
Prepare o material a ser usado na reunião com antecedência — Para facilitar a compreensão e o acompanhamento das ideias, prepare e envie antes do encontro uma pauta a ser seguida. Caso seja necessário apresentar relatórios, arquivos ou fotos, é indicado mandar antes e confirmar o recebimento, para otimizar o tempo da reunião.
Organize o ambiente — O fundo que vai aparecer na câmera deve ser neutro ou corporativo. Ou seja, pode conter livros, deixar a cortina fechada ou somente a parede. Se o formato é home office e o computador fica na sala ou no quarto, vale a pena reorganizar o espaço para colocar o aparelho em um cenário melhor.
Atenção ao vestuário — Coloque uma blusa ou camisa de acordo e arrume os cabelos. As mulheres podem fazer uma maquiagem suave, já que o impacto causado pela imagem não deixa de existir pelo fato de a reunião ser virtual.
Seja pontual — Esteja on-line e disponível para ser chamado cinco minutos antes do horário combinado, para garantir que a reunião comece pontualmente.
Cuidado com a distração — Nunca fique olhando sites, e-mails ou arquivos não relacionados à reunião para não perder o foco. Para fugir da tentação, a dica é deixar tudo fechado.
Home-office — Se trabalha de casa e a tendência é ter muitas reuniões virtuais, vale a pena investir em uma internet com grande capacidade de transmissão de dados. É um investimento necessário para se prevenir de transtornos como conexões instáveis ou arquivos não enviados.
Silêncio é fundamental — Ainda se o formato for home-office, fique sozinho no ambiente e peça para os membros da família não interromperem. O cuidado deve ser redobrado se você tiver uma animal de estimação. O latido de um cão, por exemplo, pode atrapalhar, e muito! Coloque o celular no modo silencioso e o telefone fixo da casa longe do espaço de trabalho.
O GLOBO
Publicado:24/08/13 - 8h58
Vídeoconferência: profissional deve seguir algumas regras de etiqueta na hora do bate-papo virtual Arquivo/O Globo
RIO - Entre as muitas facilidades proporcionadas pela tecnologia no mundo corporativo está a videoconferência. E são muitas as empresas que adotam a reunião virtual no seu dia a dia, fazendo com que seus funcionários economizem tempo e, consequentemente, produzam mais. Embora fique mais à vontade, o profissional precisa lembrar que o contato virtual é tão “ao vivo” quanto aquele em que estamos cara a cara com o interlocutor. Por isso, o cuidado com a aparência é fundamental, e o profissional deve preparar uma pauta e o material a ser usado durante a reunião.
Segundo Marcele Goes, consultora de imagem pessoal e corporativa e membro da Associação Internacional de Consultoria de Imagem (AICI), apesar de não ser uma obrigação usar o vídeo, a comunicação virtual é uma ferramenta que deixa a relação igualmente próxima e eficiente. Por isso, é tão recomendado que o profissional esteja preparado para participar das discussões e ter uma boa aparência.
Se você não está acostumado a participar de conferências virtuais e não sabe a melhor forma de agir frente às câmeras, preste atenção nas dicas preparadas pela consultora de imagem:
Prepare o material a ser usado na reunião com antecedência — Para facilitar a compreensão e o acompanhamento das ideias, prepare e envie antes do encontro uma pauta a ser seguida. Caso seja necessário apresentar relatórios, arquivos ou fotos, é indicado mandar antes e confirmar o recebimento, para otimizar o tempo da reunião.
Organize o ambiente — O fundo que vai aparecer na câmera deve ser neutro ou corporativo. Ou seja, pode conter livros, deixar a cortina fechada ou somente a parede. Se o formato é home office e o computador fica na sala ou no quarto, vale a pena reorganizar o espaço para colocar o aparelho em um cenário melhor.
Atenção ao vestuário — Coloque uma blusa ou camisa de acordo e arrume os cabelos. As mulheres podem fazer uma maquiagem suave, já que o impacto causado pela imagem não deixa de existir pelo fato de a reunião ser virtual.
Seja pontual — Esteja on-line e disponível para ser chamado cinco minutos antes do horário combinado, para garantir que a reunião comece pontualmente.
Cuidado com a distração — Nunca fique olhando sites, e-mails ou arquivos não relacionados à reunião para não perder o foco. Para fugir da tentação, a dica é deixar tudo fechado.
Home-office — Se trabalha de casa e a tendência é ter muitas reuniões virtuais, vale a pena investir em uma internet com grande capacidade de transmissão de dados. É um investimento necessário para se prevenir de transtornos como conexões instáveis ou arquivos não enviados.
Silêncio é fundamental — Ainda se o formato for home-office, fique sozinho no ambiente e peça para os membros da família não interromperem. O cuidado deve ser redobrado se você tiver uma animal de estimação. O latido de um cão, por exemplo, pode atrapalhar, e muito! Coloque o celular no modo silencioso e o telefone fixo da casa longe do espaço de trabalho.
A CONFRATERNIZAÇÃO DO AMIGO COM O INIMIGO
PAULO SANT’ANA
Envergonhada confissão
Avistei na rua, por acaso, um grande amigo meu ao lado do meu único inimigo.
Esclareça-se que meu amigo tem conhecimento do que fez meu inimigo tornar-se meu antagonista.
Confraternizava o meu amigo com meu inimigo.
*
Depois de avistar essa cena chocante, fui à Bíblia para buscar alívio para meu ódio. Ao contrário de aliviar-me, a Bíblia acirrou meu ódio. Lá está escrito: “Quem não é comigo é contra mim; e quem comigo não ajunta, espalha”.
Eu já desconfiava de que a Bíblia consagrava a férrea oposição entre pessoas quando Jesus expulsou, brandindo o chicote, os vendilhões do templo.
*
Depois que vi meu amigo confraternizando com meu único grande inimigo, fui até meu amigo e interpelei-o pelo que considerava uma traição.
Eis a defesa de meu amigo: “Sant’Ana, peço-te que entendas essa dupla lealdade”.
Eu de pronto reagi: “Repilo energicamente essa dupla deslealdade, isto sim”.
*
Volto à Bíblia para reprovar meu amigo que confraternizava na rua com meu público inimigo: “Ninguém pode servir a dois senhores”.
*
Entendo assim: quem se junta a meu inimigo, nesse exato momento, está se voltando contra mim.
Por mais que me condenem (e confesso, humilde, que há forte motivo para me condenarem), não posso admitir que quem for meu amigo ande na rua se refestelando com um meu inimigo publicamente manifesto.
Há um momento em que se impõe uma escolha: ou fica comigo, ou se entrega para meu inimigo.
E, mesmo que por alguns momentos, meu amigo confraternizou largamente com meu inimigo, então no mínimo não é mais meu amigo. Não sou radical, se o fosse afirmaria que, ao confraternizar meu amigo com meu figadal inimigo, passou a ser também meu inimigo.
*
Se há um instante em que sinto vergonha de ser humano, é quando me apercebo de que estou dominado pelo ódio.
Sinto vergonha, também me apercebo agora, porque sou humano: se eu fosse uma minhoca, não teria vergonha nem sentiria ódio.
O único consolo que tenho é de que o mais superior e altruísta de todos os homens, Jesus Cristo, sentiu ira ao ver que os mercadores do templo lucravam com os ensinamentos divinos e expulsou-os do recinto sagrado a chicotadas.
A única consolação que tenho é de que meu inimigo quase de morte feriu-me terrivelmente quando traiu a confiança que nutria por ele.
E isso me parece imperdoável. Tomara que não seja imperdoável, como estou agora pensando que o é, que meu amigo se tenha associado a ele em confraternização pública de rua, enquanto eu amargava meu profundo ódio por meu inimigo.
Sinto receios de que eu carregue para a sepultura esse ódio que me domina, me punge e me devora.
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
COMO COMPRAR CASA NO EXTERIOR
REVISTA ISTO É N° Edição: 2283 | 16.Ago.13 - 20:40 | Atualizado em 19.Ago.13 - 09:08
Facilidades no financiamento e pouca burocracia estimulam a aquisição de imóveis fora do Brasil
por Fabíola Perez
O sonho de comprar um imóvel no Exterior é cada vez mais real. Pelo menos é isso o que dizem as estatísticas. Nos Estados Unidos e na Europa, os brasileiros têm se destacado no ranking de principais investidores. Em Paris, clientes brasileiros ocupam o terceiro lugar entre os estrangeiros que mais compram apartamentos nos bairros nobres da cidade. Há muitas razões para isso. “Os juros para comprar um imóvel na França são muito menores do que no Brasil e o financiamento pode ser de até 80% do valor do bem”, diz Magali Soutello, diretora da imobiliária Century 21.“Hoje, apenas com o passaporte, é possível dar entrada no processo”, afirma Renato Teixeira, presidente da Remax, imobiliária especializada em vendas nos EUA. A seguir, saiba como tirar proveito desse mercado.




Fontes: Magali Soutello, diretora da imobiliária Century 21, Renato Teixeira, presidente da imobiliária Remax, e Viviane Castilho, advogada especialista em direito imobiliário e fundiário
O sonho de comprar um imóvel no Exterior é cada vez mais real. Pelo menos é isso o que dizem as estatísticas. Nos Estados Unidos e na Europa, os brasileiros têm se destacado no ranking de principais investidores. Em Paris, clientes brasileiros ocupam o terceiro lugar entre os estrangeiros que mais compram apartamentos nos bairros nobres da cidade. Há muitas razões para isso. “Os juros para comprar um imóvel na França são muito menores do que no Brasil e o financiamento pode ser de até 80% do valor do bem”, diz Magali Soutello, diretora da imobiliária Century 21.“Hoje, apenas com o passaporte, é possível dar entrada no processo”, afirma Renato Teixeira, presidente da Remax, imobiliária especializada em vendas nos EUA. A seguir, saiba como tirar proveito desse mercado.
Fontes: Magali Soutello, diretora da imobiliária Century 21, Renato Teixeira, presidente da imobiliária Remax, e Viviane Castilho, advogada especialista em direito imobiliário e fundiário
quinta-feira, 15 de agosto de 2013
DIVULGADO CARTAZ DE "O TEMPO E O VENTO"
G1 FARROUPILHA, qui, 15/08/13
por Giovani Grizotti
Divulgado o cartaz do filme O Tempo e o Vento, que estreia nos cinemas de todo o país no dia 20 de setembro, a data máxima dos gaúchos. O longa é baseado no livro “O Continente”, do escritor gaúcho Érico Veríssimo e conta a história da família Terra Cambará e de sua principal opositora, a família Amaral.
Segundo sinopse publicada no site do filme, “sob o ponto de vista da luta entre essas duas famílias, são retratadas a formação do Rio Grande do Sul, a povoação do território brasileiro e a demarcação de suas fronteiras, forjada a ferro e espada pelas lutas entre as coroas portuguesa e espanhola”.
Divulgado o cartaz do filme O Tempo e o Vento, que estreia nos cinemas de todo o país no dia 20 de setembro, a data máxima dos gaúchos. O longa é baseado no livro “O Continente”, do escritor gaúcho Érico Veríssimo e conta a história da família Terra Cambará e de sua principal opositora, a família Amaral.
Segundo sinopse publicada no site do filme, “sob o ponto de vista da luta entre essas duas famílias, são retratadas a formação do Rio Grande do Sul, a povoação do território brasileiro e a demarcação de suas fronteiras, forjada a ferro e espada pelas lutas entre as coroas portuguesa e espanhola”.
G1 RS - TRAILER
http://globotv.globo.com/rbs-rs/g1-rs/v/confira-trailer-do-filme-o-tempo-e-o-vento-gravado-no-rs/2752578/
sexta-feira, 9 de agosto de 2013
MUDANÇA DE NOME IGNORA TORCEDOR
Leonardo Bertozzi
ESPN, 09/08/2013
Mudança de nome mostra que donos simplesmente ignoram o torcedor
Certa vez, o lendário Bobby Robson fez uma reflexão sobre o que é um clube de futebol.
"Não são os prédios, ou dirigentes, ou as pessoas pagas para representá-lo. Não são os contratos de televisão, cláusulas de rescisão, departamentos de marketing ou camarotes executivos.
É o barulho, a paixão, a sensação de pertencimento, o orgulho em sua cidade.
É um garotinho subindo as escadas do estádio pela primeira vez, agarrando as mãos do pai, admirando aquele pedaço sagrado de grama à sua frente e, sem poder fazer nada a respeito, se apaixonando".
A definição de Robson parece ser cada vez mais ignorada pelos donos de clubes de futebol. Muitos deles, sem qualquer ligação sentimental ou histórica com os times que administram, tomam decisões impopulares por mero capricho.
A última delas foi a mudança de nome do Hull, recém-promovido à Premier League, de "Hull City AFC" para "Hull City Tigers", em uma medida que deveria, supostamente, melhorar a marca internacional da equipe.
Tudo porque Assem Allam, o empresário que assumiu o controle do Hull em 2010, acha que Hull City Association Football Club é um nome "longo demais". O "City" deve desaparecer gradualmente, e o plano é apresentar o clube ao mundo como "Hull Tigers".
A mudança valerá a partir da temporada 2014/15, quando o "AFC" será removido do escudo.
"É algo que te dá poder na ciência do marketing. Quanto mais curto o nome, mais poderosa a mensagem", alega Ehab Allam, vice-presidente e filho do dono.
Uma frase que enche os olhos nas reuniões de marketeiros, com suas soluções mágicas para tudo, mas pouco importa para o torcedor que se identifica com a história e os valores de um clube de futebol.
O torcedor, esta figura irrelevante para os Allams da vida, que um dia deixarão o time de lado e seguirão suas vidas.
quinta-feira, 8 de agosto de 2013
BARULHO DE CARROÇA
Certa manhã, meu pai convidou-me a dar um passeio no bosque e eu aceitei com prazer.
Ele se deteve numa clareira e depois de um pequeno silêncio me perguntou:
- Além do cantar dos pássaros, você está ouvindo mais alguma coisa?
Apurei os ouvidos alguns segundos e respondi:
- Estou ouvindo um barulho de carroça.
- Isso mesmo, disse meu pai. É uma carroça vazia ...
Perguntei ao meu pai:
- Como pode saber que a carroça está vazia, se ainda não a vimos?
- Ora, respondeu meu pai. É muito fácil saber que uma carroça está vazia, por causa do barulho. Quanto mais vazia a carroça maior é o barulho que faz.
Tornei-me adulto, e até hoje, quando vejo uma pessoa falando demais, falando alto, inoportuna, interrompendo a conversa de todo mundo, tenho a impressão de ouvir a voz do meu pai dizendo:
- Quanto mais vazia a carroça, mais barulho ela faz...
Enviada por Gastão Gal
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