Os termos que devem estar na ponta da língua de quem deseja atuar no mercado digital - Ione Luques - O GLOBO, 3/05/12 - 10h27
RIO - Ad Networks, Criptografia, Demand Side Plataform, CTO, COO e Análise SWOT. Jovens profissionais e empreendedores que pretendam se aventurar no mercado digital precisam estar atentos a esses e dezenas de outros termos, siglas e expressões utilizados neste amplo universo, que engloba áreas como tecnologia da informação, redes sociais, marketing e publicidade.
Esses termos, assim como as novas tecnologias, surgem num piscar de olhos. O segmento, inclusive, desenvolveu toda uma ramificação de cargos, com nomes como CTO (chief technology officer), CIO (chief of information officer), CMO (chief of marketing officer), COO (chief of operation officer) e CFO (chief of financial officer). E a maioria não entende que funções estão atreladas a cada um deles.
Guilherme Mamede, por exemplo, é CEO (chief executive officer) da Melt, plataforma brasileira de compra de mídia on-line, que recentemente fechou parceria com o Google, para negociar os espaços publicitários da gigante americana no Brasil. Todo o processo envolve milhares de verbetes comuns aos especialistas do mercado digital, mas são completamente desconhecidos por boa parte daqueles que buscam ingressar no setor ou até mesmo usufruir dos serviços oferecidos. Para o sucesso do negócio, toda a empresa - diretores e funcionários - teve que se familiarizar com esses termos. Inclusive saber o que faz um CEO:
- Tenho como atribuição direcionar a empresa estrategicamente e posicioná-la no mercado nacional e internacional como um importante player dentro do segmento em que atua. Planejo a plataforma em termos de produto sempre alinhando com as possibilidades que a Tecnologia da Informação (TI) me fornece. Elaboro parcerias estratégicas com empresas que agregam valor à Melt e que a tornam cada vez mais diferenciada no mercado. Basicamente meu papel é olhar para fora da empresa e traçar um caminho - explica Mamede.
Já o sócio de Mamede, Juliano Vidal, é o CTO da empresa, responsável pelo planejamento técnico e estratégico da área de TI, mantendo a mesma sempre alinhada à área de negócios, assegurando, assim, o crescimento da empresa e atingindo as expectativas do CEO e dos clientes. Além da parte de negócios, cuida para que tudo que foi planejado pela área de design seja implantado de forma correta pelos desenvolvedores e para que os serviços da empresa nunca parem de funcionar.
Se o seu plano de carreira inclui atuar no mercado digital, clique aqui e conheça as palavras relacionadas ao mundo virtual, as expressões mais usadas na internet, termos técnicos e siglas que precisam estar na ponta da língua daqueles que trabalham na área.
Termos mais usados no mercado digital. Conheça as expressões essenciais para quem trabalha com a web
Ad Exchanges: são plataformas tecnológicas que facilitam a compra e venda de mídia on- line. A tecnologia oferecida por uma Ad Exchange cria uma espécie de mercado, no qual aqueles que ofertam espaços publicitários (como os Ad Networks) podem conectar-se com aqueles que demandam esses espaços, determinando as regras de oferta e demanda deste mercado de mídia on- line.
Ad Networks: são redes de sites que ofertam espaços publicitários, por categoria ou pacote geral. Ex.: Lomadee e Hi-Midia.
Add on - Refere-se a módulos de hardware ou software (subsistemas ou pseudoprogramas) que suplementam ou aumentam as ferramentas e possibilidades de uso ou características originais onde são utilizados.
Análise SWOT - O termo SWOT é uma sigla em inglês que significa forças (strengths), fraquezas (weaknesses), oportunidades (opportunities) e ameaças (threats). É um processo de identificação desses quatro fatores para posicionar ou verificar a posição estratégica da empresa no ambiente em que atua. Oportunidades são situações externas, atuais ou futuras, que, se adequadamente aproveitadas pela empresa, podem influenciá–la positivamente. Ameaças são situações externas, atuais ou futuras, que, se não evitadas pela empresa, podem afetá-la negativamente. Forças são características da empresa, tangíveis ou não, que podem ser potencializadas para otimizar seu desempenho. Fraquezas são características da empresa, tangíveis ou não, que devem ser minimizadas para evitar influência negativa sobre seu desempenho.
B2C (Business to Consumer) - São todos os processos que permitem que um consumidor final possa adquirir um produto ou serviço através da internet.
Backup - É a cópia de dados de um dispositivo de armazenamento a outro para que possam ser restaurados em caso da perda dos dados originais, o que pode envolver a pagamentos acidentais ou corrupção de dados.
Banner - Forma publicitária mais comum na internet, muito usado em propagandas para divulgação de sites na internet que pagam por sua inclusão. É criado para atrair um usuário a um site através de um link.
Benchmarking - É simplesmente o método sistemático de procurar os melhores processos, as ideias inovadoras e os procedimentos de operação mais eficazes que conduzam a um desempenho superior. É a busca das melhores práticas na indústria que conduzem ao desempenho superior.
Blog - Página da web constituída de informações atualizadas e breves, atualizada regularmente e organizada em ordem de data, com objetivos de entretenimento, profissionais, acadêmicos e outros. Ferramenta de comunicação que dá suporte à interação de pequenos grupos por meio de um sistema simples e fácil de troca de mensagens, podendo ser utilizada por membros de uma família,uma empresa ou qualquer instituição.
Brainstorming - Atividade desenvolvida para explorar o potencial criativo de uma pessoa ou grupo de pessoas com determinado objetivo. Na prática do brainstorming, não se devem ter críticas ou restrições às ideias que surgirem.
Branding - Envolve o processo de gestão da marca, construindo-a de forma a deixar clara a sua importância da marca. Deve-se considerar as impressões do consumidor em relação ao produto ou serviço representado pela marca e a imagem que o consumidor tem da mesma e sua representatividade.
Briefing - Conjunto de informações sobre um determinado produto ou serviço, contendo público-alvo, histórico, estratégia, posicionamento do produto/serviço, meta desejada, desafio da comunicação, principais pontos positivos e negativos, diferenciais, entre outras, que dão base para o processo de planejamento de ações.
Buying Persona - É a descrição detalhada do perfil de um comprador fictício, visando a representar o público real. Ou seja, é uma espécie de arquétipo de seu público-alvo.
CFO (Chief Financial Officer - Chefe do Setor Financeiro ou Diretor Financeiro) - É o responsável pela administração dos riscos financeiros de um negócio. Esse executivo é também responsável pelo planejamento financeiro da empresa.
Ciclo de Vida do Produto/Serviço - Conjunto de etapas, normalmente quatro (lançamento, crescimento, maturidade e declínio), pelo qual passa um produto ou serviço.
Cloud Computing - Se refere, essencialmente, à ideia de utilizarmos, em qualquer lugar e independente de plataforma, as mais variadas aplicações por meio da internet com a mesma facilidade de tê-las instaladas em nossos próprios computadores. Outras vantagens associadas ao cloud computing são: na maioria dos casos as aplicações podem ser acessadas independente do sistema operacional ou hardware; facilita o compartilhamento de dados e trabalho colaborativo; menor custo; e alta disponibilidade.
Criptografia - é o nome dado ao processo de codificação de informações. As informações são codificadas (embaralhadas) na origem e decodificadas no destino, dificultando, dessa forma, que sejam decifradas durante o tráfego na internet.
CRM (Customer Relationship Management - Gestão do Relacionamento com o Cliente) - É um processo contínuo e evolutivo de conhecimento e comunicação interativa com os clientes. Compreende três etapas básicas que são continuamente ativadas: análise profunda das características e comportamentos do cliente, Planejamento de campanhas de marketing e de interação com o cliente; e efetivação das ações de marketing e vendas.
DBM (Data Base Marketing) - É utilizado na busca por informações que permitem a aquisição de conhecimento estratégico sobre o público-alvo desejado, possibilitando uma abordagem assertiva aos diferentes perfis de clientes, prospects e suspects, ajudando a sua empresa a alcançar os objetivos da marca ou produto.
Demand-Side Platform (DSP): é um sistema que permite que os anunciantes digitais gerenciem múltiplos Ad Exchanges e participem de Real-time bidding, ou seja, leilões de espaços publicitários em tempo real. Desta forma, a DSP avalia o perfil do usuário do site dos Ad Networks e decide se o perfil deste se encaixa no público-alvo da campanha publicitária do cliente e quanto o cliente pode pagar por aquela impressão (a divulgação da campanha publicitária naquele Ad Network, que pode ser um banner, por exemplo), naquele específico acesso de referido usuário. Este procedimento acontece em milésimos de segundos para não afetar a navegação, de forma que, se o usuário do site das Ad Networks solicitar a atualização da página, é possível que outra impressão esteja sendo divulgada.
DW (Data Warehouse) - É um sistema de computação utilizado para armazenar informação relativa às atividades de uma organização em bancos de dados, de forma consolidada. O desenho da base de dados favorece os relatórios e análise de grandes volumes de dados e obtenção de informações estratégicas que podem facilitar a tomada de decisão.
E-business (Negócios Digitais) - Modalidade que utiliza a tecnologia digital, especialmente a internet, para realização de negócios.
E-commerce (Comércio Eletrônico) - É a transação comercial realizada através de um equipamento eletrônico, como por exemplo o computador ou tablet. O melhor exemplo de e-commerce é a venda e compra pela internet.
ECR (Efficiente Consumer Response - Resposta Eficiente ao Consumidor) - Trata-se de software que permite o gerenciamento automático de estoques visando a reposição automática de itens, utilizando-se de código de barras scanner, EDI etc. É um modelo estratégico de negócios, no qual fornecedores e varejistas trabalham de forma integrada, visando a melhorar a eficiência na cadeia de abastecimento, de forma a entregar maior valor agregado ao cliente/usuário final. Procura-se relacionar vendas finais no varejo com as programações de produção e a expedição com a cadeia de abastecimento. Também chamado de Programa de Resposta Rápida (quick response) ou, simplesmente, Resposta Rápida.
EDI (Eletronic Data Interchange - Intercâmbio Eletrônico de Informações) - É a troca automatizada, computador-a-computador, de informações de negócios/estruturas, entre uma empresa e seus parceiros comerciais, de acordo com um padrão reconhecido internacionalmente. Trata-se da troca eletrônica de documentos padronizados entre parceiros de uma cadeia de abastecimento ou entre unidades de uma mesma empresa separadas fisicamente. Quando associado ao uso do código de barras, leitoras óticas e sistemas de informações logísticas,constitui a base sobre a qual se viabiliza a implantação do ECR.
ERP (Enterprise Resource Planning - Planejamento de Recursos da Empresa) - É um sistema de gestão Integrada, uma solução modular para informatização integrada de processos de negócio, uma arquitetura de sistemas que facilita o fluxo de informações entre todas as atividades da empresa
ETL (Extract Transform Load - Extração Transformação Carga) - São ferramentas de software cuja função é a extração de dados de diversos sistemas, a transformação desses dados conforme regras de negócios e, por fim, a carga dos dados em um data warehouse.
GIF (Graphic Interchange Format) -É um formato gráfico com grande capacidade de compressão. A maioria das imagens na internet é um GIF.
HTML (Hipertext Mark-up Language) - É uma linguagem padronizada de layout de documentos e links hipertexto, independentemente de plataforma. HTML é um subconjunto do SGML (Standard Generalized Markup Language) e é usada para conectar documentos na web.
Landing Page - A landing page, em uma tradução direta, é a página na qual o leitor vai, na maioria das vezes, "pousar" no seu website. Em outras palavras, ela é a página de entrada de seus clientes, comumente denominada de "home".
M-commerce - É o comércio eletrônico ou transações eletrônicas realizadas através de dispositivos móveis (celulares, PDAs, smartphones etc).
Middleware - Programa que cria uma mesma interface para fabricantes e produtores de conteúdo.
MIS (Management Information Systems) - É um sistema que consiste na rede de canais de comunicação da organização. É composto por todos os componentes que recolhem, manipulam e disseminam as informações. Incluem-se hardware, software, pessoas, sistemas detelecomunicação, e os dados propriamente ditos. As atividades envolvidas no MIS incluem a introdução de dados, processamento dos dados em informação,armazenamento de ambos, e a produção de resultados, como relatórios de gestão.
Mobile marketing - Marketing feito através de meios de comunicação móveis (celular, handheld, notebook com acesso móvel, pager, entre outros).
OLAP (Online Analytical Processing) - Processamento analítico em tempo real, para rapidamente dar resposta a questões complexas relacionadas à base de dados. Este tipo de análise, à base de dados, é essencialmente usada em relatórios de vendas, de gestão, marketing, data mining e outras áreas do gênero. É a tecnologia que permite ao usuário extrair e visualizar informações de um banco de dados de forma seletiva e simples, sob diferentes pontos de vista. Uma aplicação baseada em OLAP tem a capacidade de responder rapidamente as solicitações de informações, diferentemente de aplicações tradicionais baseadas em banco de dados. Outra característica típica é que essas informações são normalmente extraídas de um grande volume de dados armazenados.
Plug in - É um programa de computador usado para adicionar funções a outros programas maiores, provendo alguma funcionalidade especial ou muito específica.
RFID (Radio frequency identification) - É um termo usado para identificar as tecnologias que utilizam a frequência de rádio para captura de dados. Essa tecnologia permite a captura automática de dados para identificação de objetos com dispositivos eletrônicos conhecidos como etiquetas eletrônicas, tags ou transponders, que emitem sinais de rádio-frequência para leitores que captam estas informações.
RSS (Really Simple Syndication) - É um recurso desenvolvido em XML que permite aos responsáveis por sites e blogs divulgarem notícias ou novidades destes. Para isso, o link e o resumo daquela notícia (ou a notícia na íntegra) é armazenado em um arquivo de extensão .xml.
SaaS (Software as a Service) - Sistema pelo qual o software é oferecido pela internet através de locação, sob demanda. Hoje, o SalesForce.com é um bom exemplo de aplicativo de automação de força de vendas oferecido em formato SaaS.
SQL (Structured Query Language - Linguagem de Questões Estruturadas) - É uma linguagem de pesquisa declarativa para banco de dados relacional (bases de dados relacionais).
VMI (Vendor Managed Inventory - Inventário Gerenciado pelo Fornecedor) - Trata-se de sistema que permite o gerenciamento dos inventários do cliente, diretamente pelo fornecedor (indústria). Assim, automaticamente, determinam-se quantidades e os itens a serem repostos. Semelhante ao ECR apenas com a diferença que não está voltado ao varejo. É um sistema de parceria em que o fornecedor repõe os estoques do cliente com base nos níveis de estoques informados pelo próprio cliente por via eletrônica (EDI, Internet etc.)
WMS (Warehouse Management System - Sistema de Gestão dos Centros de Distribuição) - É uma parte importante da cadeia de suprimentos (ou supply chain) e fornece a rotação dirigida de estoques, diretivas inteligentes de picking, consolidação automática e cross-docking para maximizar o uso do valioso espaço do armazéns.
XML (Extensible Mark-up Language) - É uma espécie de substituto do HMTL, e ambos pertencem à família SGML –Standard Generalized Makup Language, padrão internacional para definição de estruturas e conteúdo de documentos eletrônicos.
Este é o diário virtual de Jorge Bengochea utilizado para tratar de temas amenos, saudáveis e pessoais. É uma trégua entre os embates no enfrentamento das múltiplas mazelas dos ineficientes sistemas político, jurídico, judicial, social, educacional, de saúde e de ordem pública vigentes no Brasil.
quinta-feira, 3 de maio de 2012
segunda-feira, 16 de abril de 2012
EMPRESAS PRESTAM ATENÇÃO AO FACEBOOK ANTES DE CONTRATAR

Perfis na mira. Empresas prestam cada vez mais atenção ao Facebook antes de contratar. Casos registrados nos Estados Unidos sobre o tema causam apreensão. Maria Amélia Vargas - ZERO HORA ONLINE, 16/04/2012 | 08h11
Acessar na internet os perfis dos candidatos a uma vaga de emprego é prática corriqueira de recrutadores. Mas a notícia de que algumas empresas norte-americanas estão solicitando aos aspirantes a uma vaga de trabalho que revelem seus logins e senhas do Facebook levantou discussões sobre direito à privacidade e exposição de quem tem perfil em redes sociais.
De acordo com a advogada Patrícia Amaral, especialista na área trabalhista da Stifelman Advogados, não há no Brasil uma legislação que trate especificamente desse assunto. Entretanto, afirma, pedir a senha de acesso ao perfil da rede social de um candidato a emprego fere os princípios constitucionais que garantem o direito à privacidade.
— Em casos como estes, a Constituição e a legislação trabalhista servem como parâmetro — explica Patrícia.
A advogada acrescenta que, em uma entrevista de emprego não se admitem perguntas que possam ser interpretadas como discriminatórias ou que firam a individualidade. Especialistas consultados por Zero Hora afirmam que casos como os ocorridos nos Estados Unidos não foram registrados no Brasil.
Na avaliação de Cristiane Steigleder, diretora de Grupos de Estudo da Associação Brasileira de Recursos Humanos no Estado (ABRH-RS), esse tipo de situação pode ter relação com o cenário econômico dos EUA.
— Talvez pelo fato de eles estarem vivendo uma realidade de desemprego tão grande, muitos profissionais possam até se submeter a esse tipo de apelo. No Brasil, ao contrário, como estamos em um momento com sobra de oportunidades, as pessoas dificilmente se submeterão a isso — conclui Cristiane.
Para Lourdes Lovison, gerente executiva do Grupo Advis – que presta consultoria em gestão de pessoas –, um empregador com esse tipo de conduta está sendo antiético:
— Na minha opinião, equivale a pedir a senha do banco de uma pessoa. É inadmissível. Acho compreensível observar o perfil do candidatom, mas invadir a privacidade já ultrapassa a linha do aceitável.
De olho no perfil da rede
Independentemente da discussão sobre o acesso à senha dos candidatos, pesquisa divulgada recentemente pela empresa de monitoramento de mídias sociais Reppler aponta que 91% dos recrutadores nos EUA confirmam visitar o perfil dos profissionais que estão participando de um processo seletivo.
Por meio das páginas pessoais em redes sociais, o selecionador conhece um pouco mais sobre o indivíduo: sua forma de se relacionar com a sociedade, preferências pessoais e até mesmo informações sobre a sua carreira.
De acordo com Flávio Nascente dos Santos, diretor da agência de recrutamento AST Facilities, o Facebook é uma espécie de "amostra grátis" da personalidade da pessoa.
— Pelo perfil nas mídias sociais, pode-se perceber se a pessoa é tímida ou extrovertida, se é inteligente, carismática. Assim, pode-se ter uma ideia de como ela deve se comportar no ambiente de trabalho — analisa Santos.
O primeiro contato com o candidato segue sendo o currículo, explica Cristiane Steigleder. O Facebook, segundo a diretora da ABRH, tornou-se um recurso para saber um pouco mais da pessoa e confirmar informações.
— Recorre-se às mídias sociais para verificar se o que o candidato diz procede ou para esclarecer coisas que não ficaram muito bem claras na entrevista. Por exemplo, teve um caso em que a pessoa não soube explicar por que ela não conseguia ser pontual no emprego anterior. Aí você vê no Facebook que ela costuma ir à festas todas as noites da semana, então fica complicado mesmo cumprir o horário de trabalho no outro dia — diz Cristiane.
Quando as redes sociais começam a ocupar um espaço também na carreira, avalia Lourdes Lovison, é preciso prestar muita atenção a tudo o que o profissional divulga por meio delas.
A especialista alerta que fotos com partes do corpo muito expostas e de festas em que apareça muita bebida podem depor contra o candidato. Além disso, alerta, é fundamental ter cuidado também com os assuntos que levanta na rede e evitar discussões sobre assuntos polêmicos em público.
— Mas também de nada adianta ter um perfil irretocável no Facebook se descuidar das outras mídias, se escrever no Twitter barbaridades sobre a empresa que trabalha ou sobre o chefe — salienta Lourdes.
Ajustes eficientes
Quando Alan Lupatini, 24 anos, ingressou no Facebook, em 2008, a ideia era se relacionar com os amigos de faculdade e se divertir com os jogos de que a mídia social dispunha na época. Ao iniciar a vida profissional, entretanto, o publicitário percebeu que era o momento de prestar mais atenção ao seu perfil na rede.
— O Facebook não nasceu para ter esse cunho profissional, mas funciona bem para isso também. Com o tempo, os jogos passaram a um segundo plano e comecei a cuidar o conteúdo que postava, não colocar coisas informais em excesso e cuidar com o tipo de humor que utilizo. Há uma linha muito tênue entre o que é divertido e o que pode ser constrangedor — salienta Lupatini.
Como tornar seu perfil atraente:
— Mantenha o seu perfil sempre atualizado;
— Mostre as suas competências: idiomas que domina, cursos concluídos, artigos publicados;
— Compartilhe opiniões sobre assuntos de interesse profissional;
— Tente não expor em demasia a sua vida pessoal, mas também não seja tão discreto ao ponto de parecer que você tem algo a esconder;
— Fotos em família ou entre amigos são bem vistas;
— Não é necessário usar linguagem formal na rede social, mas cuide para escrever sempre em português correto;
— Se você gosta de ler, comente os livros que estão na sua cabeceira no momento;
— Conte e divulgue fotos de viagens interessantes, de eventos culturais que valham compartilhar;
— Siga e adicione negócios de interesse, de sua área de atuação;
— Não se acanhe em divulgar suas vitórias, promoções, premiações, boas colocações em cursos;
— Se o seu superior lhe convidou para ser amigo no Facebook, você tem a liberdade de aceitar ou não. Mas, no momento em que aceitar, redobre os cuidados com o seu perfil;
— Não responda a provocações públicas e não trave discussões por meio das redes sociais;
— Se você está buscando um emprego, as informações apresentadas na entrevista têm de ser coerentes com o seu perfil virtual O que não pega bem;
— Não divulgue imagens comprometedoras: fotos em festas com copos de bebida alcoólica na mão, de biquíni na praia, sem camisa, com roupas decotadas ou em poses sensuais;
— Jamais fale mal da empresa em que trabalha ou em que já trabalhou. Da mesma forma, nunca critique seu chefe ou clientes;
— Não divulgue informações sobre sua empresa, a não ser que você tenha autonomia para isso ou tenha autorização;
— Tome cuidado ao levantar assuntos polêmicos e ao expressar opiniões radicais ;
— Não use palavras de baixo calão;
— De nada a adianta ter um perfil correto em uma rede social e descuidar-se em outra;
— Pessoas que postam coisas demais acabam com fama de chato e ainda passam a impressão de não ter coisas mais importantes para fazer ou de que estão usando o horário de trabalho para fazer isso
sábado, 14 de abril de 2012
TRATAMENTO PARA CHINELAGEM
Blog do Rogério Mendelski - Radio Guaíba, em 12 de abril de 2012
Acontece...
Em qualquer lugar público que se vá, sempre haveremos de encontrar pessoas mal-educadas e “grossas” quando o assunto é a oportunidade de mostrar boas maneiras. Vale no estacionamento do supermercado quando duas vagas são ocupadas, vale na fila do cinema, vale no balcão de atendimento de qualquer empresas ou repartição pública, como no caso abaixo.
Uma funcionária da empresa aérea Gol, no aeroporto de Congonhas, São Paulo, deveria ganhar um prêmio por ter sido esperta, divertida e ter atingido seu objetivo quando teve de lidar com um passageiro que, provavelmente, merecia voar junto com a sua bagagem…
Um vôo lotado da Gol fora cancelado. Uma única funcionária atendia e tentava resolver o problema de uma longa fila de passageiros. De repente, um passageiro irritado cortou toda a fila até o balcão, atirou o bilhete e disse:
- Eu tenho que estar neste vôo e tem que ser na primeira classe!
A funcionária respondeu:
- O senhor desculpe, terei todo o prazer em ajudar, mas tenho que atender estas pessoas, primeiro, já que elas também estão aguardando pacientemente na fila. Quando chegar a sua vez, farei tudo para poder satisfazê-lo.
O passageiro ficou irredutível e disse bastante alto para que todos na ouvissem:
- Você faz alguma idéia de quem eu sou?
Sem hesitar, a funcionária sorriu, pediu um instante e pegou o microfone anunciando:
- Posso ter um minuto de atenção dos senhores, por favor? (A voz ecoou por todo o terminal). Nós temos aqui um passageiro que não sabe quem é. Deve estar perdido… Se alguém é responsável por ele, ou é seu parente, ou então se puder ajudá-lo a descobrir sua identidade, favor comparecer aqui no balcão da Gol. Obrigada.
Além das gargalhadas descontroladas de todos, ainda levou uma calorosa salva de palmas. Com as pessoas atrás dele gargalhando histericamente, o homem olhou furiosamente para a funcionária, rangeu os dentes e disse, gritando:
- Eu vou te ferrar! (Na verdade, disse um palavrão impublicável).
Sem recuar, ela sorriu e disse:
- Desculpe meu senhor, mas até para isso, o senhor vai ter de esperar na fila. Tem muita gente aqui querendo fazer o mesmo.
Acontece...
Em qualquer lugar público que se vá, sempre haveremos de encontrar pessoas mal-educadas e “grossas” quando o assunto é a oportunidade de mostrar boas maneiras. Vale no estacionamento do supermercado quando duas vagas são ocupadas, vale na fila do cinema, vale no balcão de atendimento de qualquer empresas ou repartição pública, como no caso abaixo.
Uma funcionária da empresa aérea Gol, no aeroporto de Congonhas, São Paulo, deveria ganhar um prêmio por ter sido esperta, divertida e ter atingido seu objetivo quando teve de lidar com um passageiro que, provavelmente, merecia voar junto com a sua bagagem…
Um vôo lotado da Gol fora cancelado. Uma única funcionária atendia e tentava resolver o problema de uma longa fila de passageiros. De repente, um passageiro irritado cortou toda a fila até o balcão, atirou o bilhete e disse:
- Eu tenho que estar neste vôo e tem que ser na primeira classe!
A funcionária respondeu:
- O senhor desculpe, terei todo o prazer em ajudar, mas tenho que atender estas pessoas, primeiro, já que elas também estão aguardando pacientemente na fila. Quando chegar a sua vez, farei tudo para poder satisfazê-lo.
O passageiro ficou irredutível e disse bastante alto para que todos na ouvissem:
- Você faz alguma idéia de quem eu sou?
Sem hesitar, a funcionária sorriu, pediu um instante e pegou o microfone anunciando:
- Posso ter um minuto de atenção dos senhores, por favor? (A voz ecoou por todo o terminal). Nós temos aqui um passageiro que não sabe quem é. Deve estar perdido… Se alguém é responsável por ele, ou é seu parente, ou então se puder ajudá-lo a descobrir sua identidade, favor comparecer aqui no balcão da Gol. Obrigada.
Além das gargalhadas descontroladas de todos, ainda levou uma calorosa salva de palmas. Com as pessoas atrás dele gargalhando histericamente, o homem olhou furiosamente para a funcionária, rangeu os dentes e disse, gritando:
- Eu vou te ferrar! (Na verdade, disse um palavrão impublicável).
Sem recuar, ela sorriu e disse:
- Desculpe meu senhor, mas até para isso, o senhor vai ter de esperar na fila. Tem muita gente aqui querendo fazer o mesmo.
sábado, 7 de abril de 2012
PARA QUEM QUER SER EMPREENDEDOR DIGITAL
Para quem quer ser um empreendedor digital. Empresários e consultores dizem como ser bem-sucedido, divulgando o produto ou serviço pelo Facebook - ISABEL KOPSCHITZ - O GLOBO, 7/04/12 - 9h54
RIO — Jovens empreendedores que lançam mão das redes sociais para alavancar seus projetos e empresas, criando materiais de divulgação e fazendo interações que ajudam a divulgar suas marcas, produtos e serviços. Cada vez mais gente está tomando essa iniciativa, até porque as redes sociais estão abrindo um caminho para captar o segmento certo de pessoas, aproveitando um formato audiovisual que dá margem a interações e experiências diversas.
— É uma trama que envolve conceito, notícia, relacionamento, experiência, troca de informação. As mídias sociais são a utopia do marketing direto — diz o consultor Felipe Cunha, da Evo.ag. — As pessoas que curtem a sua página genuinamente gostam do que você oferece.
Por isso, diz ele, para ter bons resultados na web, é necessário ter um bom produto ou serviço, entregar o que promete e gerar conteúdo que tenha conexão com o produto ou serviço.
É justamente o que fizeram os promotores das festas Coordenadas, Rock-me! e Pessoas do Século Passado. O grupo, que criou as festas para satisfazer o próprio desejo de ouvir música boa na noite carioca, nunca imprimiu um flyer sequer. Também não anuncia em lugar algum. Seus maiores veículos de divulgação são o Facebook, um mailing (que fizeram, não compraram pronto) e a propaganda boca a boca.
— O Facebook é atual, consegue pulverizar informação para muito mais gente — diz um dos produtores, Rodrigo Caucotto. — O Orkut, que usávamos antes, não era tão eficiente, neste ponto.
Segundo Caucotto, o fato de o grupo responder, tanto por e-mail quanto pelo Facebook, a cada uma das pessoas que escreve para falar sobre as festas - seja para fazer uma crítica, um pedido ou para colocar o nome na “lista amiga” - ajuda a manter a boa reputação dos eventos e a conquistar mais adeptos. O perfil da Coordenadas, promovida desde 2007, tem 6.200 fãs.
— Promovemos ações para multiplicar os fãs, mas não queremos só número. A ideia é manter o perfil selecionado do nosso público — explica outro produtor, Sancho Corá. — Ações do tipo "indique uma banda para tocar na festa e ganhe um ingresso" funcionam muito bem. Sorteamos os ingressos, e acabamos conhecendo melhor ainda o perfil do nosso público, e sabendo o que ele quer.
A maior prova de que a divulgação dá certo é que as festas estão sempre cheias, e conquistaram público fiel. O negócio cresceu também a ponto de o grupo contratar uma agência para fazer um novo site para a Coordenadas (www.coordenadascariocas.com.br) e criar, a partir de maio, os sites da Pessoas do Século Passado (www.festapessoas.com.br) e da Rock-me! ( www.rockme.com.br).
A fotógrafa Márcia Fernandes e seu marido, Eduardo, também viram no Facebook (https://www.facebook.com/docedeleite) uma ótima maneira de tornar seu trabalho mais conhecido. Especializados em festas e books de crianças, eles já tinham um blog de sua empresa, “Doce Deleite”, desde que ela foi criada, há três anos. Mas resolveram criar um perfil no Facebook, no ano passado.
— Ajudou muito ter o perfil do Facebook, porque atinge muito mais gente, mas vai no segmento certo de público. Já fizemos anúncio em revista, já usamos Orkut, mas nada nunca deu resultado maior do que o Facebook — conta Márcia. — Muita gente indica para os outros, curte a nossa página, e as pessoas ficam sabendo da existência da empresa e nos contratam por conta disso.
Embora confesse que nunca pensou propriamente numa estratégia para divulgar suas fotos pelas mídias sociais, Márcia conta que a sua funpage conseguiu, em um mês, mais de 1.500 seguidores. O Twitter ela diz que usa, mas não com tanta frequência.
De qualquer forma, lembra o consultor Felipe Cunha, divulgar produtos e serviços através das mídias sociais tem os dois lados. Se a empresa começar a gerar um conteúdo não relevante para os usuários, por exemplo, eles “descurtem” a página:
— Isso mostra que, além de serem uma boa ferramenta de divulgação, as mídias sociais são um termômetro para as empresas. Não há como controlar todo o conteúdo sobre sua empresa nas redes: as críticas e comparações vão acontecer, e acabam por fazer com que a competição aumente. É preciso estar antenado e saber responder aos problemas prontamente.
RIO — Jovens empreendedores que lançam mão das redes sociais para alavancar seus projetos e empresas, criando materiais de divulgação e fazendo interações que ajudam a divulgar suas marcas, produtos e serviços. Cada vez mais gente está tomando essa iniciativa, até porque as redes sociais estão abrindo um caminho para captar o segmento certo de pessoas, aproveitando um formato audiovisual que dá margem a interações e experiências diversas.
— É uma trama que envolve conceito, notícia, relacionamento, experiência, troca de informação. As mídias sociais são a utopia do marketing direto — diz o consultor Felipe Cunha, da Evo.ag. — As pessoas que curtem a sua página genuinamente gostam do que você oferece.
Por isso, diz ele, para ter bons resultados na web, é necessário ter um bom produto ou serviço, entregar o que promete e gerar conteúdo que tenha conexão com o produto ou serviço.
É justamente o que fizeram os promotores das festas Coordenadas, Rock-me! e Pessoas do Século Passado. O grupo, que criou as festas para satisfazer o próprio desejo de ouvir música boa na noite carioca, nunca imprimiu um flyer sequer. Também não anuncia em lugar algum. Seus maiores veículos de divulgação são o Facebook, um mailing (que fizeram, não compraram pronto) e a propaganda boca a boca.
— O Facebook é atual, consegue pulverizar informação para muito mais gente — diz um dos produtores, Rodrigo Caucotto. — O Orkut, que usávamos antes, não era tão eficiente, neste ponto.
Segundo Caucotto, o fato de o grupo responder, tanto por e-mail quanto pelo Facebook, a cada uma das pessoas que escreve para falar sobre as festas - seja para fazer uma crítica, um pedido ou para colocar o nome na “lista amiga” - ajuda a manter a boa reputação dos eventos e a conquistar mais adeptos. O perfil da Coordenadas, promovida desde 2007, tem 6.200 fãs.
— Promovemos ações para multiplicar os fãs, mas não queremos só número. A ideia é manter o perfil selecionado do nosso público — explica outro produtor, Sancho Corá. — Ações do tipo "indique uma banda para tocar na festa e ganhe um ingresso" funcionam muito bem. Sorteamos os ingressos, e acabamos conhecendo melhor ainda o perfil do nosso público, e sabendo o que ele quer.
A maior prova de que a divulgação dá certo é que as festas estão sempre cheias, e conquistaram público fiel. O negócio cresceu também a ponto de o grupo contratar uma agência para fazer um novo site para a Coordenadas (www.coordenadascariocas.com.br) e criar, a partir de maio, os sites da Pessoas do Século Passado (www.festapessoas.com.br) e da Rock-me! ( www.rockme.com.br).
A fotógrafa Márcia Fernandes e seu marido, Eduardo, também viram no Facebook (https://www.facebook.com/docedeleite) uma ótima maneira de tornar seu trabalho mais conhecido. Especializados em festas e books de crianças, eles já tinham um blog de sua empresa, “Doce Deleite”, desde que ela foi criada, há três anos. Mas resolveram criar um perfil no Facebook, no ano passado.
— Ajudou muito ter o perfil do Facebook, porque atinge muito mais gente, mas vai no segmento certo de público. Já fizemos anúncio em revista, já usamos Orkut, mas nada nunca deu resultado maior do que o Facebook — conta Márcia. — Muita gente indica para os outros, curte a nossa página, e as pessoas ficam sabendo da existência da empresa e nos contratam por conta disso.
Embora confesse que nunca pensou propriamente numa estratégia para divulgar suas fotos pelas mídias sociais, Márcia conta que a sua funpage conseguiu, em um mês, mais de 1.500 seguidores. O Twitter ela diz que usa, mas não com tanta frequência.
De qualquer forma, lembra o consultor Felipe Cunha, divulgar produtos e serviços através das mídias sociais tem os dois lados. Se a empresa começar a gerar um conteúdo não relevante para os usuários, por exemplo, eles “descurtem” a página:
— Isso mostra que, além de serem uma boa ferramenta de divulgação, as mídias sociais são um termômetro para as empresas. Não há como controlar todo o conteúdo sobre sua empresa nas redes: as críticas e comparações vão acontecer, e acabam por fazer com que a competição aumente. É preciso estar antenado e saber responder aos problemas prontamente.
quarta-feira, 4 de abril de 2012
O GAÚCHO: CLÁSSICO ARGENTINO "JUAN MOREIRA" (1973)
JUAN MOREIRA (1973)
Um clássico do cinema argentino dirigido por Leonardo Favio, com Juan Moreira. Baseado no livro de Zuhair Jury. Uma excelente interpretação de Rodolfo Bebán. a obra narra a transformação do gaúcho Bueno, que depois de passar por diversas humilhações em mãos da policia e dos governantes se transforma em gaucho matrero e ícone popular.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
O QUE ELAS ACHAM SEXY NOS HOMENS

21 Coisas que os Homens nem imaginam que achamos “Sexy”. Homens nem imaginam o quanto podem ser sexy. E as coisas que fazem um homem ser charmoso, geralmente são pequenos detalhes. CASAL SEM VERGONHA, 01/07/20122
FONTE: http://www.casalsemvergonha.com.br/2011/07/01/21-coisas-que-os-homens-nem/
"Fizemos uma enquete no twitter perguntando para as mulheres coisas que elas acham sexy nos homens e reunimos as respostas mais votadas aqui:
1. Barba por fazer – aquela que ele deixou acumular por uns 3, 4 dias;
2. Jeito mais largado – os que seguem estilo “boy” não são preferência das mulheres;
3. Mãos – de preferência grandes e bem cuidadas (sem unhas grandes!)
4. Camiseta branca + jeans;
5. O jeito como eles brincam com bebês ou com cachorros;
6. Homens que dão beijo no rosto com a boca e não com a bochecha;
7. Cabelo bagunçado (sem gel!);
8. O jeito atrapalhado que eles secam o cabelo com a toalha depois do banho;
9. O jeito que ele abraça quando dormimos de conchinha;
10. Cueca boxer;
11. Atitude – aquele homem que sabe o que quer e não demora pra agir;
12. Homem cheiroso;
13. Ele cozinhando;
14. Blusa com gola V;
15. Aquele ossinho no quadril, junto com as entradas que apontam pro paraíso;
16. O modo como dirigem;
17. Ombros largos;
18. Homem que olha no olho;
19. Os pelinhos do “caminho da alegria”;
20. Teto mínimo de 1.80M;
21. Tatuagem."
COMENTÁRIO DO BENGOCHEA - Atenção, Cuecas! Vamos à luta. Preparem-se.
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