domingo, 2 de outubro de 2011

A FORÇA DO PILATES


O método começa a ser indicado por médicos e ganha espaço dentro dos hospitais para auxiliar na recuperação de males como dor, câncer e doenças neurológicas. Rachel Costa - REVISTA ISTO É N° Edição: 2186, 02.Out.11 - 14:49

No mundo do fitness, a explosão de novas modalidades é uma constante. Mas, normalmente, com a mesma velocidade com que surgem, elas desaparecem após poucos meses. Quando resistem, tornam-se aqueles fenômenos que mudam a história da malhação e a maneira como enxergamos a atividade física. Foi assim com o surgimento da aeróbica, com a expansão da musculação e assim está sendo com o Pilates. Criado pelo alemão Joseph Pilates durante a Primeira Guerra Mundial (1914-1918), o método rapidamente caiu no gosto dos bailarinos, que o usavam como complemento ao treino. Mas foi só a partir da década de 90 que se popularizou, atraindo milhares de adeptos em todo o mundo e tornando-se a maior revolução do fitness dos últimos anos. Só nos Estados Unidos, primeiro país a receber um estúdio com aulas da modalidade (ministradas pelo próprio Pilates em Nova York), estima-se que cerca de dez milhões de pessoas o pratiquem. No Brasil, não há dados precisos, mas o crescimento pode ser observado pela grande quantidade de estúdios e de pessoas que se confessam fãs do Pilates. “A rápida percepção dos resultados incentiva cada vez mais gente a aderir à técnica”, analisa a fisioterapeuta Solaine Perini, presidente da Associação Brasileira de Pilates. “Isso faz dele o método de condicionamento físico que mais ganha adeptos no mundo.”

As razões para se buscar o Pilates são as mais variadas. Há desde os desejosos de esculpir o corpo (inspirados por celebridades como a cantora Madonna, que credita parte de sua boa forma à técnica) até os interessados em exercícios capazes de ajudar na prevenção ou na recuperação de problemas como dores e lesões. Como anseios tão diferentes cabem dentro de um mesmo método? “Pilates se preocupou em criar uma técnica que trabalha a saúde como um todo”, considera Inelia Garcia, uma das primeiras instrutoras do método no Brasil e hoje dona de um império com mais de 47 estúdios e dez mil alunos espalhados por todo o País. “O corpo torna-se mais forte, flexível e resistente”, diz. “Na parte mental, os exercícios melhoram a concentração e a memória. E o trabalho com a respiração ajuda no controle das emoções”, completa.

A abrangência das lições deixadas por Pilates chama mesmo a atenção. Vem de uma preocupação constante que guiou o seu trabalho: imprimir ciência à técnica. Toda a metodologia de Pilates parte do conceito de “centro de força” (ou power house). O termo, por ele criado, define a região central do corpo humano. “São os músculos da coluna, do quadril, das coxas e do entorno do abdome”, diz Aline Haas, professora da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e instrutora certificada pela Pilates Method Alliance, dos Estados Unidos. “Eles são os flexores e extensores da coluna e do quadril e estão na musculatura profunda da pelve.” De acordo com os princípios preconizados por Pilates, fortalecer essa região é a melhor maneira de garantir uma boa sustentação para o corpo humano.

Ao compreender o trabalho muscular realizado durante os movimentos, Pilates criou exercícios e aparelhos capazes de estimular os músculos, inclusive os mais profundos e em geral pouco acionados no cotidiano. Os resultados são tão impressionantes que têm ocupado o tempo dos cientistas. Parte deles está especialmente interessada em levantar mais do que transformações corporais que o método pode proporcionar. Querem conhecer as suas possíveis indicações terapêuticas.

E o que se descobriu até agora é alentador. Um exemplo: trabalhos demonstram que a técnica pode ser eficaz para a redução das dores, com efeitos animadores em casos de dor lombar e de fibromialgia (dor crônica sem origem aparente, mais comum em mulheres, e sentida em vários pontos do corpo). Um dos estudos pioneiros foi feito no Departamento de Medicina do Esporte e Reabilitação do Instituto Ortopédico Gaetano Pini, na Itália. Os pesquisadores recrutaram 43 pacientes com dor lombar. Parte deles fez Pilates, enquanto os demais foram submetidos ao tratamento da Escola da Coluna (método fisioterapêutico criado na década de 60). Ao fim de dez dias, quem praticou Pilates teve ganhos similares aos da fisioterapia tradicional, mas com uma vantagem: estava muito mais contente. Entre os que tiveram aula de Pilates, 61% declararam-se muito satisfeitos com a terapia, contra 4,5% entre os que foram submetidos à outra técnica.

Corrobora com o trabalho italiano a revisão proposta pelo fisioterapeuta Edward Lim, do Hospital Geral de Cingapura – a primeira sobre o tema. Lim reuniu sete pesquisas de diversas partes do mundo. Todas sobre o efeito do Pilates em pacientes com dores na parte inferior da coluna. A conclusão: o método é realmente válido para tratar o problema. “Mas os exercícios precisam ser estruturados para atender aos variados quadros clínicos dos pacientes”, disse Lim à ISTOÉ.

Como o que ocorre com a dor lombar, o uso da técnica para casos de fibromialgia também vem ganhando respaldo científico. Em especial após a divulgação dos primeiros resultados de uma pesquisa realizada na Universidade de Uludag, na Turquia. A equipe acompanhou 50 voluntárias durante 12 semanas. Divididas em dois grupos, metade das mulheres frequentou aulas de Pilates e as demais foram orientadas a praticar exercícios de relaxamento e alongamento em casa. Enquanto o primeiro grupo relatou melhoras significativas na dor, o segundo teve alterações positivas bem pequenas.

As comprovações têm encorajado médicos a indicar a técnica a seus pacientes. “É um recurso muito útil, em especial nos casos de dor nas costas sem causa específica”, afirma o traumatologista e ortopedista Alberto Mendes, de São Paulo. “Além do alongamento e do equilíbrio postural, o Pilates faz um trabalho de fortalecimento muscular muito positivo, pois ajuda na sustentação da coluna”, diz o médico. O reconhecimento da importância do método também pode ser medido por sua incorporação pela fisioterapia. “Temos uma resolução que ampara o fisioterapeuta no uso do Pilates como recurso terapêutico”, diz Wiron Correia Lima, presidente da Sociedade Brasileira de Fisioterapia.

A chave para entender esses benefícios está em um dos fundamentos preconizados pelo alemão Pilates: o equilíbrio. “Quando as cadeias musculares estão em equilíbrio, há redução da dor”, explica Osvandré Lech, presidente da Sociedade Brasileira de Ortopedia, que também indica o método. Pessoas em busca de redução da dor já formam um grupo comum nos estúdios. “Em 80% dos casos, nossos alunos vêm com esse objetivo”, conta Juliana Takiishi, coordenadora de Pilates do Centro de Bem-Estar Levitas, em São Paulo. Parte deles chega às aulas por conta própria. A outra, por recomendação médica.

O fluxo de pacientes dos consultórios para os estúdios tem inspirado outra tendência: a oferta de Pilates dentro dos próprios hospitais. Na Clínica Mayo, centro de referência médica mundial, localizada nos Estados Unidos, o interesse nos benefícios que a técnica pode oferecer a pessoas doentes é tão grande que a instituição está realizando uma pesquisa para delinear melhor os ganhos obtidos. “Há um grande número de pessoas que tiveram câncer aderindo ao método”, informa a médica Daniela Stan, da instituição americana. A pesquisadora está concluindo um estudo com 15 mulheres, previsto para ser publicado no início de 2012. Durante três meses, as voluntárias participaram de aulas na instituição sob os olhos atentos de Daniela. “Há melhoria dos movimentos no lado do corpo afetado pela doença, assim como maior flexibilidade”, disse à ISTOÉ. “Também notamos melhora no humor e na satisfação com o corpo.”

Outra instituição a oferecer aulas é o prestigiado M. D. Anderson Cancer Center, também nos Estados Unidos. Por lá, pacientes que têm ou tiveram tumor de mama podem usufruir de uma aula por semana, indicada para ajudar no controle dos sintomas, como dor e fadiga. Na Suny Upstate Medical University, em Siracusa (EUA), as indicações são mais amplas. “Usamos para ajudar na reabilitação de pessoas com problemas músculo-esqueléticos”, contou à ISTOÉ Karen Kemmis, fisiologista do exercício e responsável pelo serviço. “Se alguém, por exemplo, sofre com dor no ombro e minha avaliação mostra que essa pessoa não tem um bom controle do movimento nessa região, usamos o Pilates para melhorar os padrões de movimento, prevenindo a ocorrência de mais prejuízos na área”, explicou.

No centro americano, o método é utilizado ainda para auxiliar na reabilitação de portadores de doenças neurológicas. “Entre eles estão indivíduos com doença de Parkinson e que sofreram acidente vascular cerebral”, contou Karen. Nesses casos, além de contribuir para a melhora de movimentos prejudicados, estimula a habilidade de concentração.

A tendência de implementar estúdios em hospitais já começa a ser vista também por aqui. Exemplos são os hospitais Brasil, Integrante da Rede D’Or, e Albert Einstein, ambos em São Paulo. “Usamos como continuidade do tratamento ortopédico em pacientes que tiveram alta”, explica a fisioterapeuta Simone Przewalla, do Albert Einstein.

A instituição atende em média 20 pessoas por mês. “É uma atividade segura, que preserva bastante as articulações”, acrescenta Simone. A equipe responsável pelas aulas é formada apenas por fisioterapeutas. E o cuidado é intenso. “O médico nos manda uma carta dizendo o que o paciente tem, o que ele não pode fazer e quais objetivos devem ser atingidos”, diz a fisioterapeuta Marta Cordeiro Pereira, do Hospital Brasil. No Rio de Janeiro, a técnica está na lista das atividades sugeridas pela Clínica Cardiomex, coordenada por médicos especializados em medicina do esporte e cardiologia. “Entre outros benefícios, o Pilates reduz o estresse”, diz a cardiologista Isa Bragança.

Mas não só o uso clínico do método tem merecido atenção dos cientistas. Responder a perguntas ainda não esclarecidas na área do fitness também é objeto frequente das pesquisas. Quem busca o Pilates apenas como uma forma de malhação vê na prática um modo de ganhar força e flexibilidade. E, claro, melhorar a definição da área abdominal. Mas será que isso pode mesmo ser atingido? De acordo com os pesquisadores que têm se dedicado a estudar a prática, sim. E a boa notícia é que os resultados aparecem pouco depois das primeiras aulas. Foi a conclusão à qual chegaram pesquisadores do Centro de Saúde da Turquia. Ao acompanhar um grupo de 38 mulheres sedentárias, eles perceberam que cinco semanas após o início das aulas o corpo já respondia aos estímulos dados pelos exercícios. Nas 21 voluntárias submetidas à técnica houve aumento da força nos músculos abdominais e melhora na flexibilidade. Pesquisa semelhante realizada na Universidade do Estado do Colorado (EUA) constatou esses mesmos ganhos entre voluntários de meia-idade. “E os benefícios foram percebidos com a prática de exercícios de intensidade relativamente baixa, que podem ser realizados sem aparelhos”, anotou no estudo June Kloubec, coordenadora do trabalho.

Mas há o outro lado da moeda. Após testes realizados para o Colégio Americano de Medicina do Esporte pela pesquisadora Michele Olson, da Universidade de Auburn, no Alabama (EUA), acendeu-se o alerta vermelho para a crença de que o Pilates pode ser usado como método de emagrecimento por si só. O que Michele constatou foi que a queima calórica das aulas da modalidade é baixa. No nível básico, uma hora de Pilates equivale a menos de 200 calorias. “Pilates é um treino de força e resistência”, disse Michele à ISTOÉ. “Se a pessoa quer queimar calorias, o melhor é praticar corrida ou spinning”, acrescentou. Isso não significa dizer, porém, que é preciso trocar o estúdio pelo tênis. O Pilates pode ajudar a emagrecer. “Ao começar a praticar, o aluno percebe mudanças positivas no corpo, como força, alinhamento postural, menos dores”, diz a fisioterapeuta Kátia Pinho, do Studio Airmid, de São Paulo. “Sua autoestima aumenta muito, o que é fundamental para iniciar um programa de emagrecimento.”

Além disso, ele contribui para manter o peso. O trabalho muscular aumenta a massa magra no corpo que, por sua vez, potencializa o consumo calórico do organismo. Na prática, quer dizer que ganhar músculos (e para isso o Pilates é muito válido) aumenta a quantidade de calorias consumidas pelo corpo para manter-se, pois as células musculares gastam mais energia para funcionar do que as células de gordura. Mais uma das qualidades do Pilates.





terça-feira, 27 de setembro de 2011

O VÍDEO QUE EMPREGOU DAMIÃO NO INTER



O vídeo que empregou Damião no Inter. RODRIGO BRAGA, Blog do Braga, 27 de setembro de 2011

Hoje, Leandro Damião é um astro. Artilheiro do futebol brasileiro em 2011, autor de golaços e lances espetaculares como a lambreta no jogo com a Argentina em Córdoba, o garoto está em alta, cogitado em gigantes do futebol europeu.

Nesta quarta, só não vestirá novamente a 9 da Seleção contra a Argentina, em Belém, porque está machucado. Mas não há dúvidas de que a camisa, hoje, é dele.

Nem sempre foi assim. Quem acompanhou o começo da carreira profissional do então Leandrão pelos gramados do Vale (Atlético de Ibirama, XV de Outubro, Marcílio Dias), sabe bem disso. Tudo passado, claro.

E boa parte da responsabilidade disso tudo ter ficado pra trás é desse vídeo, que praticamente empregou o garoto no Internacional em 2009. Produzido pela Kuniy & W Sports, em conjunto com o agente Vinícius Prattes (hoje empresário de Damião), compila lances do atacante grandalhão naquele estadual, quando atuava pelo time de Ibirama.

É longo, mas vale uma espiada. Já dá mostras de que valeria a pena investir num talento até então bruto. E não à toa os dirigentes do colorado gaúcho trataram de levá-lo para o Beira-Rio, onde começou no time B e no ano seguinte já marcava gol em final de Libertadores.

Confiram aí. Os créditos, e agradecimentos, ao Sandro (@kuniyw) e ao Daniel (@danielfg).

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

HISTÓRIA DA REVOLUÇÃO FARROUPILHA

HISTÓRIA DA REVOLUÇÃO FARROUPILHA.mp4 - CRIATIVE MT, 19/05/2010

VÍDEO QUE CONTA BOA PARTE DA INCRÍVEL HISTÓRIA DA REVOLUÇÃO FARROUPILHA.



REV. FARROUPILHA (1835-1845) – 1º REPÚBLICA DO BRASIL “COM LUTA”

DURANTE 10 ANOS (1835-1845), OS GAÚCHOS ENFRENTAM O IMPÉRIO E PROCLAMARAM, DE FORMA LEGITIMA, A “1ª REPÚBLICA DO BRASIL”; SOMENTE DEPOIS DE 44 ANOS, É QUE FORA PROCLAMADA A REPÚBLICA DE 1889 (“SEM LUTA”). .... A “REVOLUÇÃO FARROUPILHA” FOI A BATALHA MAIS LONGA DA HISTÓRIA DA AMÉRICA DO SUL....“Sirvam nossas façanhas de modelo a toda a terra.” (Hino Rio-Grandense). Ricardo Knex

SOBRE O RS

Arnaldo Jabor

Pois é. O Brasil tem milhões de brasileiros que gastam sua energia distribuindo ressentimentos passivos. Olham o escândalo na televisão e exclamam ‘que horror’. Sabem do roubo do político e falam ‘que vergonha’. Vêem a fila de aposentados ao sol e comentam ‘que absurdo’. Assistem a uma quase pornografia no programa dominical de televisão e dizem ‘que baixaria’. Assustam-se com os ataques dos criminosos e choram ‘que medo’. E pronto! Pois acho que precisamos de uma transição ‘neste país’. Do ressentimento passivo à participação ativa.

Pois recentemente estive em Porto Alegre,onde pude apreciar atitudes com as quais não estou acostumado, paulista/paulistano que sou. Um regionalismo que simplesmente não existe na São Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém.

No Rio Grande do Sul, palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa. Abriram com o Hino Nacional. Todos em pé, cantando. Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul. Fiquei curioso. Como seria o hino?

Começa a tocar e, para minha surpresa,todo mundo cantando a letra! ‘Como a aurora precursora do farol da divindade, foi o vinte de setembro o precursor da liberdade’. Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão. Com garrafa de água quente e tudo. E oferece aos que estão em volta. Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até para mim eles oferecem. E eu fico pasmo. Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem. Aquilo cria um espírito de comunidade ao qual eu, paulista, não estou acostumado.

Desde que saí de Bauru, nos anos setenta, não sei mais o que é ‘comunidade’. Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de São Paulo. Aliás, você sabia que São Paulo tem hino? Pois é… Foi então que me deu um estalo.

Sabe como é que os ‘ressentimentos passivos’ se transformarão em participação ativa? De onde virá o grito de ‘basta’ contra os escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil? De São Paulo é que não será.

Esse grito exige consciência coletiva, algo que há muito não existe em São Paulo. Os paulistas perderam a capacidade de mobilização. Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção. São Paulo é um grande campo de refugiados, sem personalidade, sem cultura própria, sem ‘liga’. Cada um por si e o todo que se dane.

E isso é até compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes. Penso que o grito – se vier – só poderá partir das comunidades que ainda têm essa ‘liga’. A mesma que eu vi em Porto Alegre.

Algo me diz que mais uma vez os gaúchos é que levantarão a bandeira. Que buscarão em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo. Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles. De minha parte, eu acrescentaria, ainda: ‘…Sirvam nossas façanhas, de modelo a toda terra…’

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

CORRIGINDO 18 VELHOS DITADOS

01- "É dando que se ... engravida".

02- "Quem ri por último... é retardado".

03- "Alegria de pobre... é impossível".

04- "Quem com ferro fere... não sabe como dói".

05- "Em casa de ferreiro... só tem ferro".

06- "Quem tem boca... fala. Quem tem grana é que vai a Roma!"

07- "Gato escaldado... morre, droga!"

08- "Quem espera... fica de saco cheio."
09- "Quando um não quer... o outro insiste."

10- "Há males que vêm para ...detonar com tudo mesmo!" (essa é ótima!!!)

11- "Se Maomé não vai à montanha... é porque ele se mandou pra praia."

12- "A esperança...e a sogra são as últimas que morrem."

13- "Quem dá aos pobres.... cria o filho sozinho." rsrsrsrsrsr....

15- "Devagar..... nunca se chega."

16- "Antes tarde do que ... mais tarde."

17- "Em terra de cego quem tem um olho é ... caolho."

18- "Quem cedo madruga...fica com sono o dia inteiro."

19- "Pau que nasce torto... urina no chão."


Enviado pelo Mamedes.

PNEUS NOVOS: ATRÁS OU NA FRENTE?

Pneus novos: atrás ou na frente?

A quebra de um mito. Matéria do G1, Vale a pena assistir.



Porquê montar os pneus novos ou menos gastos atrás ?

Independentemente de que o seu carro seja de tracção dianteira, traseira, ou 4x4, recomendamos montar os pneus novos ou menos gastos no eixo traseiro, para que obtenha uma maior segurança em caso de situações imprevistas e difíceis (travagem de emergência, curva fechada...) sobretudo em solo molhado.

Numerosos testes demonstraram que é mais fácil controlar o eixo dianteiro do que o traseiro. Os pneus dianteiros desgastam-se em geral mais depressa do que os traseiros, principalmente nos carros de tracção dianteira, que representam a maioria dos veículos actuais.

Pneus novos montados na frente :

- O comportamento do carro se modifica, porque o equilíbrio FR/TR será invertido.
O condutor, habituado com um carro com menos aderênccia na frente, será surpreeendido.
- Numa estrada escorregadia, a traseira do veículo perderá a aderência antes da frente.
O condutor não terá nenhuma possibilidade de controlar o eixo traseiro, e será tentado a reacelerar, o que amplificará o fenómeno de « peão ». Apenas um condutor muito experiente poderá sair desta situação perigosa...

Pneus novos montados atrás :

- O comportamento do veículo será similar ao que o condutor já conhecia antes da mudança de pneus, pois o equilíbrio de aderência será similar.
- A aderência do eixo traseiro será melhor, e o condutor poderá controlar e guiar o veículo sem problemas, desacelerando e girando o volante no sentido da curva.

Para limitar os riscos, a Michelin aconselha, que se montem os pneus novos ou menos gastos atrás, com o fim de se obter:
- melhor aderência em curvas
- uma maior segurança.

Fonte: http://www.michelin.pt/pt/auto/auto_cons_bib_pqr_neuf.jsp

Pneu novo é atrás - Fonte: G1

O ideal é trocar os quatro pneus de uma vez, mas como as vezes não é possível comprar os quatro, o ideal é colocá-los a trás.

Segue abaixo alguns motivos:

1 - Melhor resposta nas saídas em veículos de tração traseira;

2 - Melhor aderência em terrenos inconsistentes em veículos de tração trasei

3 - Melhor dirigibilidade e maior segurança em veículo sobreesterçante, que são aqueles com maior tendência de perder a aderência na traseira (geralmente com tração nas rodas de trás), o que é mais difícil de ser controlado;

4 - Otimização dos freios porque a carga sobre o eixo dianteiro pode vir a ser o dobro daquela aplicada no eixo traseiro, o que justifica a necessidade de ter pneus com maior aderência no eixo menos carregado, para melhor distribuir a ação dos freios;

5 - Melhor desempenho em pavimentos de baixa aderência;

6 - Uma perfuração ou avaria num pneu dianteiro é rapidamente constatada e o controle do veículo é facilitado pela direção. Por esta razão, os pneus novos ou os em melhor estado devem ser montados nas posições traseiras onde a percepção de qualquer problema dessa ordem é mais demorada e onde o controle do veículo também é mais difícil;

7 - Nas situações críticas, como por exemplo, em dias de chuva, uma eventual aquaplanagem em curva é muito mais perigosa nos pneus traseiros do que nos dianteiros.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

VIVER COMO AS FLORES

HOJE RECEBI ESTA LIÇÃO DE SABEDORIA PARA REFLETIR.

“Era uma vez um jovem que caminhava ao lado do seu mestre. Ele perguntou:

- Mestre, como faço para não me aborrecer?

Algumas pessoas falam demais, outras são ignorantes. Algumas são indiferentes, outras mentirosas...sofro com as que caluniam...

- Pois viva como as flores! - advertiu o mestre.

- Como é viver como as flores? – perguntou o discípulo.

- Repare nestas flores – continuou o mestre – apontando lírios que cresciam no jardim.

- Elas nascem no esterco, entretanto são puras e perfumadas. Extraem do adubo malcheiroso tudo que lhes é útil e saudável, mas não permitem que o azedume da terra manche o frescor de suas pétalas...

- É justo angustiar-se com as próprias culpas, mas não é sábio permitir que os vícios dos outros nos importunem. Os defeitos deles são deles e não seus. Se não são seus, não há razão para aborrecimento.

- Exercite, pois, a virtude de rejeitar todo mal que vem de fora...seja vigilante e não se deixe contaminar por tudo aquilo que o rodeia...assim, você estará vivendo como as flores!


“Se corrigisses em ti mesmo tudo o que censuras nos outros, já serias perfeito.” (Santo Alberto Magno)

Boas reflexões e melhor ainda se praticarmos as lições de sabedoria e trabalharmos para transformar a nós mesmos e o mundo ao nosso redor!

Que possamos receber as bênçãos e os dons da sabedoria e perseverança e todos quanto precisarmos para nos tornarmos melhores pessoas!

ENVIADO PELO CEL MAMEDES.